quarta-feira, 20 de Agosto de 2014

Crise? Qual crise?


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Diário dos Açores - 19 de Agosto 2014

terça-feira, 19 de Agosto de 2014

Cinema do Aeroporto: Já diz o ditado "Quem espera.... Desespera"




segunda-feira, 18 de Agosto de 2014

Enquanto em Santo Espírito se gastam milhares, na Freguesia de Santa Bárbara..........................

O Torneio de Futsal que seria realizado durante as Festas do Sagrado Coração de Jesus, foi cancelado por motivos de falta de segurança. A imagem fala por si.
Poder-se-á até (tentar) justificar o actual estado da vedação do polidesportivo de Santa Bárbara, ou por outro lado, a falta de manutenção, com a pouca ou nenhuma utilização do recinto. Poder-se-á inclusivamente firmar que existem outra prioridades mas, sejamos realistas, nem 8 nem 80 !!

quinta-feira, 14 de Agosto de 2014

Palavra chave: RENTABILIZAR !!

É durante o mês de Agosto que o parque de campismo da Praia Formosa tem maior afluência de utilizadores. Ou não fosse este o mês top do verão mariense.
Mas falemos das condições. Ou melhor, da relação qualidade/preço.
Estará nesta altura o Parque de Campismo da Praia Formosa suficientemente apetrechado e preparado para receber os vários visitantes? Se em tempo de crise há, por um lado, que reduzir na despesa, por outro, deve ser equacionada a melhor forma de rentabilizar este espaço. 
Alterar as regras de concessão do bar/mini mercado por exemplo. Porque não permitir a exploração "apenas" a troco de garantias de manutenção da infraestrutura e equipamento? 
E os "bengalôs"? Não necessitariam já de alguns melhoramentos? Porque não avançar para uma revisão dos preços praticados numa tentativa de alargar o período em que se nota uma  maior utilização dos mesmos? 

quarta-feira, 13 de Agosto de 2014

Quando a Lei só serve para alguns, não serve para ninguém !!!

Desde há muito que se ouve falar da sustentabilidade dos recursos marinhos. Portanto, o assunto não é novo e arrisco mesmo a dizer que já tem barba branca.
Ora porque a necessidade a isso obriga, "criam-se" regras e leis para garantir a dita sustentabilidade. Mas como me parece ser bastante perceptível aos olhos da população em geral, principalmente na época que agora atravessamos, o falhanço generalizado dos nossos governantes no que concerne à tentativa de manter e aumentar tais recursos, é ainda mais evidente.
A regularidade com que ouvimos afirmações como "...há uns anos, no pesqueiro A, B ou C, era impossível não apanhar peixe", ".....hoje em dia, faz-se um mergulho junto à costa e pouco é o peixe que se vê em condições de apanhar", "......não sei como há leis que permitem por redes quase até à rocha.....". 
Ou seja, permissividade é esta? Que leis são estas que levam a que os nossos fundos sejam, literalmente, rapados??
Ainda ontem, no caís de Vila do Porto, só não viu quem, efectivamente, não estava presente. Um barco das autoridades marítimas com redes e peixe apreendido!!
Perguntas que ficam no ar apenas para quem não sabe as respostas e tenha, eventualmente, interesse em ir em busca das mesmas:
Os infractores serão punidos? As apreensões (muitas ou poucas, não interessa) tem levado ao pagamento efectivo das coimas correspondentes? Ou estaremos perante uma lei que à semelhança do que sucede tantas e tantas vezes no desporto, apenas beneficia o infractor?
Face à alegada ineficácia do actual sistema, não seria conveniente equacionar a alteração do mesmo?
É que, daqui a "meia dúzia de dias", quem cumpre na íntegra o que lhe é exigido e necessita dos recursos para sobreviver deparar-se-à com sérios problemas no que ao seu sustento diz respeito.
As associações do sector e/ou representativas, também não terão a sua quota parte de responsabilidade? Andar em cima do acontecimento, verificar, aconselhar, propor, pressionar, whateverrrr ....... !!! 

Quem não gosta de um bom peixe à mesa??? Exacto!
Então façam o favor de não acabar com ele tão depressa e de uma forma tão evidente. 

domingo, 10 de Agosto de 2014

lançamento do livro de poesia e fotografia ENSAIO SOBRE O COMPRIMENTO DO SILÊNCIO

Dia 14 de agosto, quinta, pelas 21.30, no Mascote Café. O novo livro de daniel gonçalves e Pepe Brix. Premiado por duas vezes em 2013, é editado, agora, pela Glaciar. O lançamento conta com o apoio do Município de Vila do Porto, estando integrado no programa das Festas de 15 de Agosto.


terça-feira, 22 de Julho de 2014

Baía de São Lourenço: Ao cuidado de quem (pelos vistos) não precisa.







Baía de São Lourenço 
Quase 6 Milhões de Euros Investidos (e ainda bem)
Mas nem tudo foi considerado....
Nem todos foram contemplados....
E mais grave, ainda hoje, continuam ignorados...............!!!


Para que entenda a vontade em resolver a situação:
No passado mês de Novembro de 2013. Sim 2013, leram bem. Um cidadão mariense foi recebido em sede de comissão própria onde estiveram presentes mais de uma dezena de deputados da ALRA onde, e muito bem, expôs (o que já sabiam obviamente) a grave lacuna numa obra de milhões e apelou à necessidade de emendar o erro. 

No âmbito da apreciação à petição apresentada, foi produzido um relatório, que pode ser lido AQUI e do qual, transcrevo apenas as conclusões.

CONCLUSÕES
Concluídas as diligências realizadas no âmbito da apreciação da Petição n.º 17/X, a Comissão de Assuntos Parlamentares, Ambiente e Trabalho aprovou, por unanimidade, as seguintes conclusões:
1. A solução para apoio a pessoas com mobilidade condicionada, atualmente instalada na Fajã de São Lourenço, na ilha de Santa Maria, tem limitações advenientes das suas características e do facto de a sua utilização ter que ser solicitada junto do bar instalado no local.
2. Deverá procurar-se a implementação de uma solução que alargue e facilite a acessibilidade ao local.
3. A procura e a definição de uma solução concreta não pode, contudo, deixar de ser ponderada, também, à luz de um critério que atenda à relação custo benefício.
4. O Governo Regional dos Açores deve garantir que as obras públicas da sua responsabilidade assegurem, sempre que seja esse o caso, a acessibilidade a pessoas com mobilidade condicionada.
Considerando que a Petição foi subscrita por 1 cidadão, a mesma não é apreciada em reunião do Plenário da Assembleia Legislativa, ao abrigo do disposto na alínea a) do n.º 1 do artigo 192.º do respetivo Regimento.

Passados OITO MESES, o que foi feito? Houve da parte do GRA consideração por quem precisa? Meus senhores, todos temos telhados de vidro. Hoje podemos não precisar mas o amanhã só a Deus pertence.  

quarta-feira, 16 de Julho de 2014

Das tristezas somadas da vida

 
O que vou partilhar convosco é uma tristeza que, todavia sendo pessoal, tem motivos públicos, daí perder tempo neste registo, supondo que faça eco, com ou sem consequência, que já pouco me importa.

Primeiro dois contextos:

Contexto 1:

Segunda-feira (dia 14 de julho) fui ao Centro de Saúde com a minha filha de 13 meses para uma consulta. Estava marcada para as 10.00 da manhã. Cheguei às 09.30 para dar tempo de não fazer ninguém esperar por mim. Fui, como costume, muito bem atendido pelas enfermeiras. Às 12.08 minutos, depois de já não saber o que fazer com a impaciência da bebe e com o peso da espera a fazer-me exasperar, sem qualquer explicação sobre o atraso, abandonei o Centro de Saúde desistindo da consulta. Nesse mesmo dia fiz uma queixa ao Provedor da Saúde Açores e nesse mesmo dia obtive a confirmação de que o assunto seria conduzido às instâncias responsáveis.

Contexto 2:

Segunda-feira (dia 14 de julho) fui ao Centro de Saúde mais a malta da OVO CRIATIVO para fazer trabalho voluntário na remodelação da Sala de Saúde Infanto-Juvenil, no mesmo módulo onde horas antes perdera a paciência. Trabalhei nesse dia 2 horas, as mesmas que estive à espera de uma consulta para a minha bebe.
 
Ora o interessante disto tudo foi hoje (dia 16 de julho) ter sido confrontado com uma situação que me fez amargurar a criança dentro de mim, uma situação que, de certa maneira muito infeliz, entrecruza os dois contextos referidos: explico da forma mais literal possível, reproduzindo o evento no discurso directo:
 
Vindo do nada, aparece um médico, que me interprela, com ar aborrecido:
- Foi o senhor que fez queixa da Drª. Rosário?
Ao que respondi, surpreendido pela pergunta intimidatória:
- Não, não fiz queixa da Drª. Rosário, fiz queixa do sistema.
O médico vira-me as costas, dirige-se para o gabinete onde estava a Drª. Rosário e diz, alto e em bom tom:
- Ó Drª. Rosário, está aqui o senhor que fez queixa de si.

Não se passou mais nada, entretanto. Estava demasiado ocupado a cumprir a minha sétima hora de voluntariado, juntamente com quatro jovens. Devo dizer que ficaram perplexos com a atitude do médico que apareceu do nada com ar muito tenso. Não acredito que seja esta a atitude correcta de um profissional com brio na sua bata e responsabilidade no seu cargo. Não faço voluntariado para obter favores nem reconhecimento, faço-o para me juntar com jovens de quem gosto muito e com vontade de aprender coisas novas, dando provas de cidadania activa. Estava bom tempo para a praia, foi de lá que os jovens vieram, com a roupa ainda a pingar do mar. Mas preferiram estar ali, no Centro de Saúde, a pintar, a remodelar... e a ouvir o disparate de um médico que não soube avaliar com quem estava a falar. Eu, cidadão com direito a reclamar quando sou mal servido por um serviço público, sem dívidas às finanças ou à segurança final (só devo ao BANIF) e com o voluntariado em dia.

Era isto, desculpem a maçada. Mas se serviu para alguma coisa, lembrem-se de nunca ter medo de reclamar, nem de se resignarem perante os abusos de quem julga que tem poder, só porque nos pode prescrever Brufen.
 

Daniel Gonçalves.

terça-feira, 15 de Julho de 2014

Quem em Julho ara e fia, Ouro cria.



Se as fotos fazem ou não jus ao ditado popular, isso não sei. O que posso afirmar é que reagi com natural regozijo à recepção do email que continha este registo. 
Não sei se esta seria a verdadeira intenção de quem o enviou mas a verdade é que o mesmo despertou em mim uma sensação de bem estar. 
Pensar que, finalmente, a Zona Franca estaria a ser alvo de uma limpeza foi o primeiro pensamento que me assaltou a mente confesso. Mas depois, face ao material transportado, equacionei a hipótese de se tratar apenas de uma qualquer operação de extracção de inertes. Tenha sido uma ou outra, que se lixe. Afinal a Zona Franca ainda serve para alguma coisa não é verdade?

Santa Maria Blues 2014: 17 a 19 de Julho no Lugar dos Anjos.


terça-feira, 8 de Julho de 2014

Meloa de Santa Maria em processo final de certificação como IGP.


A Meloa de Santa Maria está em processo final de certificação como IGP (Indicação Geográfica Protegida Meloa de Santa Maria - Açores), estando a aguardar decisão da Comissão Europeia. No entanto obteve já a certificação Nacional de IG (Indicação Geográfica). Esta certificação é muito importante na defesa do nome e qualidade da meloa. A partir de agora, é proibido a utilização da mensão "Meloa de Santa Maria" por parte de toda e qualquer pessoa, sem a devida autorização. 
Este é o primeiro produto de Santa Maria a ser reconhecido com a designação de "Santa Maria", servindo também de veículo de transmissão e divulgação do nome da ilha.
Info/Imagem: Agromariensecoop

sábado, 5 de Julho de 2014

Farol da Maia: Acesso em péssimo estado.




Desde a última visita que fiz ao Farol de Gonçalo Velho, não dista muito tempo. Pena é, que os aspectos negativos se sobreponham aos positivos.
A começar pela pequeno troço que liga a estrada regional ao farol. Será filha de pai incógnito? Não me parece. Aliás basta aceder ao PDM e consultar as legendas.
É lamentável que o visitante, para conhecer a operação e história do Farol que, registe-se, é dada a conhecer de uma forma bastante elucidativa pelos profissionais que lá trabalham, tenha também que levar na memória a visão terceiro mundista do caminho que teve que percorrer. 

sexta-feira, 4 de Julho de 2014

Porque (ainda) se adapta à nossa realidade: Compromisso com honra ou sem honra?

Passaram sensivelmente sete meses desde as últimas eleições autárquicas. O período que antecedeu esse ato eleitoral ficou marcado por uma campanha bastante disputada e com alguma tensão, principal e fundamentalmente, entre as duas forças políticas com maior expressão na ilha de Santa Maria, o PS e o PSD.
Como em todas as eleições, há os que ganham, os que perdem e os que pura e simplesmente não chegam lá.Casos há, porém, em que uns ganham redondamente e outros têm de lidar com uma derrota inesperada e contundente, que deixa, inevitavelmente, marcas profundas. Foi o que aconteceu no nosso município. A autarquia viu o seu poder reforçado e as suas políticas aprovadas e a oposição ficou de rastos.
Mas o que não pode ser esquecido, mesmo nunca, é o compromisso que foi assumido por todos os candidatos a partir do momento em que se entregaram à causa. Todos sabemos que as campanhas são férteis em promessas vãs, em compromissos que ficam muito bem estampados nos brindes e nas papeladas que enchem as caixas de correio. O que importa mesmo, todavia, é provar se esses compromissos vinham ou não com honra incluída. E cada vez que um desses candidatos vira costas à sua responsabilidade, essa honra perde-se, uma cadeira fica vazia.
Há que saber ganhar. Há que saber perder. Mas acima de tudo há que honrar os compromissos assumidos ocupando os lugares conquistados. É acima de tudo, uma questão de respeito para com quem depositou o seu voto de confiança.
Marco Coelho
Deputado Municipal - Coligação Democrática Unitária (CDU)
Artigo de opinião publicado em ABR2014
1ª Edição do Jornal "Mais Oriental"

domingo, 29 de Junho de 2014

"Fonte da Raínha" já foi recuperado e pintado.



O fontanário recentemente “redescoberto” no lugar do Farroupo, quando decorriam os trabalhos de limpeza de uma zona que faz parte do novo percurso pedestre “PARQUE FLORESTAL DAS FONTINHAS-FARROUPO-PRAIA FORMOSA”, estreado este Domingo, já foi alvo de uma intervenção.
A Junta de Freguesia de Almagreira, como tem sido seu apanágio e depois de devidamente alertada, procedeu à sua limpeza e pintura, preservando assim mais um ícone do nosso património.
Este, data de 1954 e tem a denominação de "Fonte da Raínha".
Informação: Prof. José de Melo (CADEP-CN e o NPA do Gonçalo Velho) 
Fotos: Susana Carvalho/Zélia Falcão