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domingo, 8 de março de 2015

Sata Internacional: A Santa Maria vai passar a ter duas ligações para Lisboa.


Lisboa/Santa Maria/Lisboa
De abril a outubro – 2 rotações semanais – 5ª Feira e Domingo.

Voos operados via Ponta Delgada


A programação que integrará a proposta da SATA tem em atenção o histórico do total de tráfego, transportado pela SATA e TAP em 2014 e assegurará na rota de Santa Maria a duplicação da capacidade actualmente oferecida e na rota do Pico a manutenção da capacidade actual nos meses de Julho e Agosto, e a duplicação da capacidade actualmente oferecida nos restantes dez meses do ano.

terça-feira, 20 de maio de 2014

Mais um grande passo para o Centro de Formação Aeronáutica dos Açores.







O Centro de Formação de Aeronáutica dos Açores, localizado atualmente na Ilha de Santa Maria, celebrou um acordo de parceria internacional como Regional Training Partner (RTP) para Portugal, com a IATA Training and Development Institute.
Com este novo acordo, os participantes desfrutam de uma experiência formativa semelhante à de um centro de formação IATA, com a vantagem de o fazerem em instalações na região dos Açores.

sexta-feira, 28 de março de 2014

Eng. António Manuel Cansado (ex. presidente da SATA) em entrevista.

Presidente da SATA entre os anos de 1997 e 2007, o Engenheiro António Manuel Cansado não me surpreendeu em nada durante esta entrevista (27 de Março 2014).
O tempo voa não é? Tal pena....... . 

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Avança mas noutro edifício.......!!

Que a SATA ficará mais bem servida e até irá gastar menos dinheiro no edíficio que agora se sabe, será o futuro "Centro de Treino e Formação", disso não restam dúvidas. Quanto ao edifício que foi anunciado como primeira escolha para o projecto, este terá certamente o mesmo fim que outros já tiveram.................!!!

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

SATA assina contrato com a Jordan Aviation.

A direção geral de Handling da transportadora aérea açoriana SATA anunciou esta segunda feira a assinatura de um contrato com a Jordan Aviation para prestação de serviços de assistência em terra no aeroporto de Santa Maria.
A assinatura deste contrato, segundo a SATA, vem “reforçar o papel fulcral” desta ilha açoriana em termos de escalas técnicas de voos internacionais.
A Jordan Aviation é uma companhia aérea com sede em Amã, na Jordânia, que iniciou as operações em 2000, assegurando voos regulares e charters para o Médio Oriente, Europa e África.
Esta companhia aérea, que assegura ainda o transporte de militares da ONU para operações de manutenção de paz, tem uma frota de 14 aeronaves.
O contrato assinado com a SATA visa a prestação de serviços de assistência em escalas técnicas de reabastecimento, surge na sequência da aposta da SATA em tornar Santa Maria um ponto de referência no Atlântico Norte para paragens e escalas técnicas na aviação comercial e executiva.
Fonte: Rádio Atlântida (22 Fev. 2011)

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Apresentação do Centro de Treinos da SATA.

A instalação do Centro de Treinos de Tripulantes de Cabine do Grupo SATA constituirá “uma importante mais valia, não só para o desenvolvimento da ilha de Santa Maria, mas também para que esta ilha se afirme como um contribuinte líquido do desenvolvimento económico dos Açores”, defendeu esta (ontem) tarde, em Vila do Porto, o Secretário Regional da Economia.
Vasco Cordeiro, que falava durante a sessão de apresentação desta infra-estrutura, a instalar no aeroporto de Santa Maria, recordou que este “foi um compromisso assumido pelo Presidente do Governo dos Açores”, simbolizando, também por isso, “que um compromisso assumido é um compromisso para cumprir”.
Segundo o governante, este será um investimento “de grande importância para o transporte aéreo nos Açores já que ele se destina a todo o Grupo SATA.
O Secretário Regional da Economia defendeu ainda que “a decisão de instalar este centro de treinos em Santa Maria não teve por fim apenas construir mais uma infra-estrutura nem se esgota nela”. Faz, acrescentou, “parte de uma estratégia que tem vindo a ser seguida pelo Governo dos Açores no sentido de aproveitar o manancial de potencialidades que, em diferentes áreas, existem em todas as ilhas dos Açores”.
“Há que aproveitar, valorizar e potenciar essas mais valias existentes em cada uma das nossas ilhas já que isso permitirá o desenvolvimento da Região como um todo”, acrescentou.
Vasco Cordeiro recordou, por exemplo, que, “ainda recentemente o Governo anunciou um processo de fusão das administrações portuárias e que a sede da empresa será no Faial. Essa localização não foi decidida apenas para instalar algo no Faial, mas sim porque dentro do sistema portuário regional, a ilha do Faial apresenta mais valias que interessa fomentar”.
Ou seja, explicou, “existe uma matriz comum na actuação do Governo que passa por fomentar a coesão regional, não numa perspectiva assistencialista de pensar que determinado investimento se concretiza numa ilha por ela ser mais pequena, mas sim numa estratégia de utilizar e apostar nas potencialidades de cada ilha e no contributo que as mesmas podem dar para o nosso desenvolvimento colectivo”.
No caso do Centro de Treinos de Tripulantes de Cabine, além “do papel de Santa Maria na história da aeronáutica regional, existem aqui instalações que podem ser recuperadas e aproveitadas e que trarão mais desenvolvimento para a ilha”. Basta notar, referiu, o que o centro “irá representar ao nível da movimentação de pessoas durante o ano, assim como na utilização de diferentes serviços”.
Vasco Cordeiro defendeu ainda que “deve-se ter a consciência de que centro pode ser um factor de criação de riqueza e desenvolvimento para a ilha pelo que interessa rentabilizá-la de forma a que não seja uma infra-estrutura desligada da vivência social e económica de Santa Maria”.
O Centro de Tripulantes de Cabine do Grupo SATA irá concentrar as acções de formação que actualmente se realizam no exterior da região, estando previsto que venha a ser frequentado anualmente por 1200 formandos num total de 14.500 horas de formação.
Info: GACS

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Aí vem o primeiro...........!!!




Sata já recebeu o novo Dash Q400
O avião será objecto de trabalhos de foro burocrático com vista ao seu registo em Portugal, pelo que só fará a viagem com destino aos Açores, no início de Fevereiro.
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A transportadora aérea açoriana recebeu hoje o seu primeiro Dash Q400. Na cerimónia de entrega do avião, António Gomes de Menezes afirmou que “este importante investimento traduz uma das ambições da companhia: renovar a frota da Sata Air Açores com equipamentos modernos, mais económicos, que permitem, por um lado, dar resposta às idiossincrasias da operação inter-ilhas dos Açores através da disponibilização de mais lugares por voo para as rotas de maior procura, maior capacidade de transporte de carga e na redução do impacto ambiental. Por outro lado, dar seguimento ao plano de expansão da operação da Sata Air Açores traçado para os próximos anos, nomeadamente, com o reforço das ligações entre os Açores, Madeira e Canárias entre outras.” O representante da Bombardier, Kevin Smith, referiu que “é um prazer entregar o Q400 NextGen a mais uma companhia aérea. A Sata Air Açores junta-se, assim, a um grupo de mais de 30 companhias aéreas e operadores que operam os aviões Q400. Com mais de dois milhões de horas de voo e mais de 2,2 milhões de ciclos efectuados em todo o mundo, a frota Q400 demonstra ser a mais rápida, mais eficiente em termos de consumo de combustível e com menores níveis de emissão de dióxido de carbono dos aviões turbo propulsores para voos de curto e médio curso.”A cerimónia de entrega do novo avião Dash Q400 ocorreu pelas 12h30 (horas locais) e contou com as presenças do Vice-Presidente das Vendas da Bombardier Commercial Aircraft, Sr. Kevin Smith, e do presidente do Conselho de Administração do Grupo Sata, António Gomes de Menezes.Os próximos dois Q400 chegarão ao Arquipélago em Fevereiro e o quarto, e último avião é esperado nos Açores durante o mês de Março.Os novos aviões adquiridos pela transportadora aérea regional, em conjunto com os dois Dash Q200 que já voam nos Açores, constituem a renovação da actual frota ATP e Dornier que fica, assim, concluída.

Informação: Jornal Diário
Restantes fotos: Direitos Reservados

quarta-feira, 19 de março de 2008

Dash-8 Q200 e Q400 foram os escolhidos.




O presidente do Governo dos Açores anunciou na passada Segunda-Feira que a nova frota de aviões da SATA Air-Açores será constituída por aparelhos DASH, da fábrica Bombardier. A nova frota será constituída por duas unidades do modelo DASH Q200, de 37 lugares, e quatro unidades do modelo DASH Q400, de 80 lugares, num investimento global de 111,6 milhões de dólares norte-americanos, cerca de 72 milhões de euros.
Segundo adiantou ainda Carlos César, estes aviões constituem a opção mais vantajosa para a Região, na medida em que oferecem soluções tecnológicas mais avançadas, têm mais potência, mais velocidade de ponta e maior capacidade de passageiros e de carga, face às outras alternativas existentes no mercado.
Das razões que fundamentaram a escolha, destacou as seguintes vantagens dos aviões DASH:
- O modelo Q200 apresenta inegáveis vantagens para a operação no Corvo, Flores, Graciosa, e S. Jorge, permitindo à SATA melhorar substancialmente o serviço aos passageiros nas rotas que servem estas ilhas, introduzindo níveis de qualidade, rapidez e segurança muito superiores aos actuais, o que possibilitará, inclusive, adicionar maior número de frequências.
Acresce que este avião apresenta uma capacidade de funcionar em configuração “combi”, ajustando a capacidade de carga e de passageiros e permitindo escoar carga a partir de todas as Ilhas em condições económicas vantajosas e de grande flexibilidade em termos operacionais.
- Quanto ao modelo Q400, é, entre todos os turbo-hélices, o mais avançado tecnologicamente, com maior potência, maior velocidade e mais capacidade de passageiros e de carga, na sua classe.
É um aparelho que possibilita voos de melhor qualidade, em termos de tempo, de insonorização, de redução de vibrações, e em termos de qualidade de serviço e de rapidez no embarque e de desembarque de passageiros.
A renovação da frota far-se-á em 2009 e em 2010, prevendo-se, em primeiro lugar, a entrega dos Q200, enquanto os novos modelos DASH-8 Q400 só sairão da fábrica em 2010. Fonte: Lusa
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O que o chefe do executivo Açoriano não disse, por falta de informação ou conveniência (é que as eleições estão à porta), é se com estes aviões - mais rápidos e económicos - os preços dos bilhetes vão ou não sofrer alterações. Fotos: Bombardier

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Do interesse de todos..................


Eu até não o ia fazer, no entanto, como este é um assunto do interesse de todos os Açorianos e tão pouco tem sido dado a saber, aproveito para deixar aqui um artigo que foi publicado num orgão de comunicação social regional e que se refere particularmente à renovação da frota da Sata Air Açores.
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A maioria dos pilotos que operam nos Açores querem que a nova frota do Grupo SATA para as rotas internas será constituída por dois aviões DASH 8 Q400 (68 a 78 lugares) e espaço que pode ir até 14 metros cúbicos de carga cada e por dois DASH 8 Q300 para 50 a 56 passageiros e espaço para cerca de 8,5 metros cúbicos de carga cada.
Em termos técnicos, todas as nossas fontes de informação não têm dúvidas sobre qual a melhor opção. A única questão que está a ser acertada com a Bombardier é a financeira. Poderá ficar também acordado o destino a dar aos quatro aviões ATP. Um dos problemas que nos foi apontados é que os pilotos do Q400 não podem ser os do Q300. A solução a adoptar tem de garantir frequências acrescidas para todas as ilhas e evite estrangulamentos no serviço inter-ilhas, inclusive, no plano turístico na época alta. Uma postura que, como afirma António Gomes de Menezes, enriquecerá a proposta de valor do destino Açores, pois facilitará a formatação de produtos turísticos no espírito do Circuito Açoriano.
O presidente do Grupo SATA mantém, em termos públicos, o negócio em aberto. Diz que o esforço comercial do fabricante poderá ser um factor decisivo na escolha. A comissão de análise a que preside tem mais um mês para concluir o relatório. E o director regional dos Transportes Aéreos e Marítimos, João Roque Filipe, ainda ontem não tinha recebido o documento. Explicou que o plano do governo para este ano não tem inscrito qualquer verba para aquisição de aviões e que, por isso, não compreende os valores anunciados publicamente imputados ao investimento do executivo na renovação da frota. A única certeza é que o gabinete de Carlos César vai candidatar o projecto de aquisição dos aviões à União Europeia e que o co-financiamento poderá ir até aos 50%, consoante as receitas que forem imputadas.
Ao lado do DASH 8.............
Quando em 1989 a SATA adquiriu os aviões ATP que ainda operam na Região, as outras opções eram o ATR 42 com possibilidade de passar para o actual 72/500 e o DASH 7. E, na altura, como afirma o presidente do conselho de administração de então, Fernando Pacheco Costa, a escolha foi a melhor.
O DASH 7 era um avião quadrimotor (e a opção era por um bimotor) além de ser bastante mais caro e o custo da sua exploração ser bastante mais elevado. O ATR tinha, por sua vez, uma estrutura completamente diferente do avião AVRO 748. E o ATR 72 estava ainda em experiência e, por isso, o prazo da sua entrega era longo. A opção acabou por ser linear, afirma Pacheco Costa.
Por tudo isso, não fará grande sentido hoje deixar o ATP para ficar com o ATR 72 tendo a opção DASH 400, referem, por sua vez, alguns pilotos. Foi ainda no tempo de Fernando Pacheco Costa que a SATA fez a experiência nos Açores do avião BAE146 da British Aerospace. O objectivo foi demonstrar que o avião podia abrir novos horizontes à transportadora aérea (Funchal, Canárias e Lisboa) e, em simultâneo, aterrar nos aeródromos da Região, inclusive nas Flores. A solução foi posta de parte por não ter luz verde do governo da República da altura.
Ora, o DASH8 400, entre as opções para a nova frota do Grupo SATA, faz ligações ao Funchal e Lisboa em pouco mais de 15 a 20 minutos que os aviões Airbus, podendo ser solução quando o número de passageiros não justifique o jacto, com economias de escala para o grupo empresarial. E o DASH 8 é economicamente viável num raio de 700 quilómetros.
E o jacto?
Especialistas em aeronáutica e pilotos que operam na Região já fizeram a opção. O DASH tem maior longevidade, é mais rápido, não tem problemas de peso, é mais silencioso e gera menos CO2. Permite 40 mil ciclos enquanto o ATR possibilitaria apenas 20 mil ciclos.
O Q400 tem uma velocidade cruzeiro perto da maioria dos jactos regionais, a sua maturidade, motores e sistemas requerem menos frequente manutenção. O que reduz o impacto das suas desvantagens.
Alguns pilotos contactos pelo Correio dos Açores gostariam que a comissão de análise presidida pelo António Gomes de Menezes tivesse outra possibilidade de opção, uma solução mista de transporte aéreo na Região e para fora dos Açores que passasse também pela aquisição de um avião jacto da Bombardier ou Embraer 170 para 70 lugares. Explicam que é um avião viável com 40% de ocupação que poderia fazer também ligações para Lisboa e Porto além de viajar em tempos mais úteis e maior comodidade que o DASH 8 Q400 para o Funchal. Fonte: Jornal Correio dos Açores / Fotos: Direitos Reservados

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Pouco......Muito pouco !!!

Foi durante a 10ª Assembleia Geral do Conselho Mundial de Casas dos Açores, que o Presidente do Governo Regional dos Açores, anunciou que a Sata Internacional, vai reduzir, a partir de 1 de Janeiro, as tarifas dos voos com origem nos Estados Unidos e no Canadá. No entanto, esta tarifa promocional - redução de 30% em 10% dos lugares em cada voo - não será praticada nos meses de Junho, Julho e Agosto. A esta medida, acresce-se a redução, em 50 %, do valor cobrado aos passageiros destes mesmos voos por excesso de bagagem nos voos de ligação inter-ilhas. Apesar das benesses anunciadas por Carlos César, o sentimento no seio dos nossos emigrantes não será o de regozijo, isto porque as suas reivindicações íam no sentido da criação de uma tarifa única durante o ano inteiro. Assim, nos meses em que os emigrantes vêm de férias, as ditas benesses, reduzem-se, algo que tem uma pontinha de, chamemos-lhe oportunismo comercial! Foto: António Sequeira.