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quarta-feira, 13 de março de 2019

Ainda se lembram?

Produto afamado, com enorme procura e que, entre outros, serviu de porta estandarte a quando do projeto Agromariense Coop.
Como diriam os putos de hoje em dia, a Compota de Meloa não é vista no mercado há bué de tempo.
Pergunto. Sairá mais em conta ir deixar, sabe-se lá onde, meloa que não tem o tamanho necessário para exportação ou terá sido mera opção deixar de a produzir? 

segunda-feira, 20 de julho de 2015

"Mariense" é a imagem de marca da AgroMarienseCoop.




Foi este domingo apresentada a nova imagem dos produtos comercializados pela AgroMarienseCoop, uma marca no feminino, que faz a ligação às mulheres camponesas do antigamente e que pretende dar mais destaque aos produtos ilha pela sua qualidade, colocando-os no mercado num patamar superior.
No ano em que a meloa obteve a distinção como Indicação Geográfica Protegida (IGP), este fruto é o primeiro produto a utilizar a marca "Mariense".
Segundo o presidente da cooperativa, era chegado o " momento de alterar a imagem de marca dos nossos produtos", Duarte Moreira explica que " era necessário criar uma marca que definisse e identificasse a ilha, a sua história e as suas gentes, de forma a que seja fácil para qualquer consumidor quando vir esta marca reconhecer que é uma marca de Santa Maria".
Brevemente outros produtos vão utilizar esta marca " o próximo produto é o mel, vamos também aplicar esta marca às compotas, uma vez que estão numa fase ainda não comercial, mas de experimentação, e posteriormente a todos os outros produtos que possam ser comercializados pela AgroMarienseCoop" afirma Duarte Moreira.
O presidente da Cooperativa anunciou que este ano, em meados do mês de Agosto sairá também para comercialização um novo produto, "é um produto à base de meloa de Santa Maria IGP, um produto de quarta gama, que é meloa pronta a consumir numa embalagem própria, esse produto será comercializado em Santa Maria e nas outras ilhas dos Açores, o que é também uma mais valia para a própria comercialização da meloa.
Em 2016 um novo produto à base da meloa será lançado, Duarte Moreira anunciou que estão a ser feitos estudos para " transformar a meloa em sumos frescos, são sumos com pouco prazo de validade, direccionados para o mercado local e regional, mas que valorizam também a própria meloa".
Texto/Fotos: Jornal O Baluarte

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Se não houver "aquele" apoio..... Figos? Apanhe-os você !!!


Foto 2 - Figos colhidos em SMA a 10 Set 2014

"Fresco ou em polpa, em néctares, gelados, doces, compotas ou licores. O Figo-da-Índia pode ser consumido das mais variadas formas e regista em Portugal um crescimento na produção e no consumo. Em Abril de 2012 nasceu uma associação que divulga e dinamiza a produção desta planta, conhecida por crescer em estado selvagem e que ganha expressão económica."

Enquanto que noutras paragens, a aposta neste produto é uma realidade, por cá, enquanto não houver uma coisa chamada "incentivo" governamental, ninguém se mexe.
A título de exemplo, fique-se a saber que uma caixa com 10 unidades, em Montreal - Canadá - tem um custo aproximado de $20. Pois é............. !!! 

terça-feira, 8 de julho de 2014

Meloa de Santa Maria em processo final de certificação como IGP.


A Meloa de Santa Maria está em processo final de certificação como IGP (Indicação Geográfica Protegida Meloa de Santa Maria - Açores), estando a aguardar decisão da Comissão Europeia. No entanto obteve já a certificação Nacional de IG (Indicação Geográfica). Esta certificação é muito importante na defesa do nome e qualidade da meloa. A partir de agora, é proibido a utilização da mensão "Meloa de Santa Maria" por parte de toda e qualquer pessoa, sem a devida autorização. 
Este é o primeiro produto de Santa Maria a ser reconhecido com a designação de "Santa Maria", servindo também de veículo de transmissão e divulgação do nome da ilha.
Info/Imagem: Agromariensecoop

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Serei o único a pensar que.......

Os produtos confeccionados na Cooperativa de Santo Espírito podiam e deviam ter mais mercado?
Porque tal não acontece? Se o problema residisse em não conseguir escoar o produto, até compreendia. Mas não é o que se nota. Pelo contrário. A procura é substancialmente superior à oferta. Em Santa Maria, em São Miguel e até no continente. Então o que se passa? Não se consegue, não se quer ou simplesmente não convém?

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Meloal inesperado.

"Um amigo que é de S. Miguel e vive no Porto mandou-me um e-mail a dizer que "quase" tinha comido meloas de Santa Maria pois tinha ido a uma superfície comercial do Porto e viu lá um cartaz na zona dos frescos a anunciar Meloa de Santa Maria. Eu já lhe tinha falado várias vezes nas nossas meloas, por isso foi depressa procurar os caixotes onde estariam as meloas com o selo que as certificam e, quando chegou, encontrou-lhes o sítio, pois as meloas já tinham sido todas compradas. Ficou decepcionado e perguntou à funcionária se iriam ter mais, ela disse que sim, que o meu amigo voltasse no dia seguinte e ele assim fez, mas voltou a chegar tarde pois mais uma vez das meloas só os caixotes e de novo vazios. Coitado do meu amigo, ficou com águas na boca e sem comer das nossas excelentes meloas e elas cá a serem deitadas na lixeira por viatura dos Serviços ou a irem para o cais apanhar sol horas antes dos embarques e a chegarem ao continente a maioria podre. Bela gestão dos subsídios para o cultivo das meloas, não se baixa os preços quando há excedentes e são largadas numa lixeira a céu aberto conforme é ilustrado na foto pois o acaso quis que naquele preciso momento alguém testemunhasse o ocorrido. Andam a fugir de quem? Tiveram azar pois queriam passar despercebidos e foram apanhados com a boca na botija. Mais uma vez a mentira teve perna curta e não houve peneira que bastasse para taparem o sol, ou seja, as meloas E o meu amigo a ter que esperar que nova remessa chegue em boas condições de frescura se entretanto houver o cuidado de as levarem para o cais com a antecedência apenas necessária para o embarque ou quem sabe se justifique a construção de um entreposto para o armazenamento temporário de perecíveis na zona de embarque do nosso cais? Pois o sítio das meloas é onde possam ser compradas e não numa lixeira qualquer." Fonte: Lua dos Açores