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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

MANUTENÇÃO! Neste caso a falta dela........



Segundo informação divulgada hoje na Rádio Atlântida, a Portos dos Açores, S.A. acaba de adjudicar três empreitadas para realização de investimentos em infraestruturas portuárias das ilhas São Jorge e Terceira pelo valor global de € 19.018.400,01 (dezanove milhões, dezoito mil, quatrocentos euros e um cêntimo), mais IVA à taxa legal em vigor. 
Desde que necessárias, não sou contra a criação de novas infraestruturas. Pelo contrário, sou a favor que as construam, que melhorem e MANTENHAM as existentes como é o caso particular de Santa Maria...... !!  

PS: Apesar de não ter sido anunciado ainda, soube à posteriori que estará em carteira uma remodelação na gare em Santa Maria onde pode estar incluída a substituição da cobertura, construção de uma nova sala para passageiros e instalação de passadeiras para bagagem/carga.

domingo, 28 de julho de 2013

A(s) cancela(s) da discórdia...!!!

Opiniões toda gente as tem. Valem o que valem mas há que respeita-las independentemente de concordarmos com elas ou não.
Vem isto a propósito de um mal estar recente que resulta da instalação de cancelas à entrada da Marina de Vila do Porto.
Ora por mais cómodo que me seja levar o carro até à "sacristia", coloco-me no lugar de quem paga para deixar a sua embarcação na reparação/manutenção e facilmente compreendo que a ideia de ter uns "malucos" a fazer gincanas durante a noite é inconcebível. Ou ainda no lugar de quem esteja em casa - entenda-se Iate - a dormir (sim porque para muitos estrangeiros aquela é a sua casa) e não consegue porque as luzes das viaturas que circulam na Marina mais parece uma árvore de Natal.
Além destes, há os que pagam - e bem - para ter o barco na Marina mas nos dias que decidem ir para o mar, tem que deixar as suas viaturas no parque do Clube Naval ou mais longe e levar todas a "tralha" a pé. É chato. Muito mesmo.
Desta forma, é-me impossível não estar de acordo com a LIMITAÇÃO (e não proibição) de viaturas à Marina de Vila do Porto.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Nem oito nem oitenta.....

Enquanto que na zona balnear dos Anjos os surfistas alteram os sinais para poderem levar as suas intenções avante, no Cais de Vila do Porto não há esta necessidade.Como não há quem se imponha......Da forma que ESTÁ (há muitos dias refira-se.....) É da forma que FICA!!
Foto: Direitos Reservados 

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

2012 podia ser diferente? Podia. Mas não era a mesma coisa.

A julgar pelos danos colaterais resultantes da utilização de explosivos no pórtico da Marina de Vila do Porto, diria que o final do ano para aqueles lados foi deveras Bombástico !!!
Mas nada que uma rubricazinha (mais uma) não resolva não é verdade? 

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Uma vez que............

- A obra da Pousada de Juventude decorre a bom ritmo;

- Que deverá estar na calha (digo eu) o reinício dos trabalhos de requalificação do Largo Sousa e Silva;

- E que já foi demolida a antiga casa da Alfândega;

Não seria totalmente descabido equacionar e levar a efeito uma intervenção neste caminho pois não?

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Quando o dinheiro é dos outros, não custa gasta-lo.


Mesmo que o quisesse fazer com exactidão, não conseguia. No entanto, não é preciso ser um “expert” em matéria de contas e/ou engenharia para se perceber que neste Cais Ferrie já foram “afundados” milhares de euros além do que seria necessário. Ao que parece, até as rampas ro-ro não acertaram à primeira........!!!!

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Marina de Vila do Porto

Se para uns, a Marina de Vila do Porto foi a melhor opção para festejar a passagem de ano (foi montada uma tenda para o efeito) e lançar o fogo de artifício, outros defendem que a escolha mais acertada teria sido um ponto mais alto da ilha de forma a permitir o visionamento do espetáculo a partir de outros locais. Sendo certo que não se pode agradar a gregos e troianos mas devem-se respeitar e quem sabe considerar algumas opiniões, aqui fica o video para mais tarde recordar.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

A ter em conta.....


Foi através de uma reportagem emitida na RTP-Açores no passado dia 28 de Dezembro que fiquei a saber das preocupações da Associação de Pescadores no que respeita à segurança das embarcações dentro do porto de pescas quando as condições do mar são adversas.
No entender do presidente daquela entidade, a largura do fosso onde futuramente irá ser colocado um pórtico para retirar as embarcações de lazer, deveria ser alargado sensivelmente um metro (ficaria com 6 metros e 20) de modo a possibilitar que também as grandes embarcações de pesca possam ser retiradas da água salvaguardando-as do mau tempo.
Como se pode ouvir na reportagem, o alerta já foi dado à Secretaria Regional e pese embora desconheça se atempadamente ou não (antes, durante ou depois da obra concluída), acho que deveria ser equacionada uma solução que satisfazesse ambas as partes.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

É extenso mas vale a pena.


É tão bom ouvir falar de nós, da nossa terra, do que cá é feito. Aqui fica um texto (depoimento de uma equipa de navegadores irlandesa) que a Ana Loura recebeu por e-mail e que bem merece ser aqui deixado. Com um abraço a quem o enviou e a todos os mencionanos nele. Bem haja quem bem trabalha para que Santa Maria seja assim falada.

"A ideia de organizar um rally nos Acores em parceria com o Royal Crusing Club foi sugerida por Cormac McHenry e pelo falecido Anthony Browne, a cerca de 3 anos atras, quando eles eram ainda comandantes dos seus respectivos clubes. Infelizmente o Anthony nao viveu tempo suficiente para ver a sua ideia tornar-se realidade. O RCC tem uma longa historia a organizar eventos em localizacoes distantes, mas para o ICC isto isto seria uma aventura no escuro, uma vez que seria a primeira vez que o clube se involveria num evento que requereria atravessar mais do que 1000 milhas de oceano apenas para chegar a primeira fase.
O tempo necessário para percorrer as distâncias e participar em todos os eventos, limitou o número de possíveis participantes, mas nós esperámos que só o facto de um rally estar a ser organizado fosse encorajar alguns membros que, em circunstâncias normais, não consedirariam atravessar um oceano para participar. Isto provou-se ser verdade e a armada do ICC fez-se de uma mistura de viajantes experientes e noviços. No final, 14 barcos do ICC e 9 do RCC provaram uma firme intenção de participar, mas infelizmente Alan Leonard foi forçado a desistir à ultima da hora e apenas 22 barcos participaram, sendo que nem todos atenderam todos os eventos. Todas as regisões do ICC foram representadas, com 5 do sul to país, 3 do norte e este e 2 do oeste. No final do cruzeiro todos os que fizeram parte concordaram que o evento foi um grande e agradável sucesso.Organizar um evento a mais de 1000 milhas de distância e envolvendo dois clubes é bastante difícil, mas fomos sortudos em ter o david Whitehead como voluntário para supervisionar a parte do ICC, com o Paul Heiney a representar o RCC. Ambos os clubes estão-lhes em grande dívida de gratidão pelo esforço deles em tornar esta iniciativa bem sucedida, consequentemente foi particularmente desapontante que o David não pudesse atender os eventos devido a doença.
A autoridade gestora dos portos açoreanos fez tudo para que fossemos bem-vindos em todo o lado e Carla Cook organizou tudo o que necessitámos enquanto estivémos em terra. Apesar da sua estatura pequena, ela mostrou-se ser uma torre de força ao assegurar-se de que tudo corria sem dificuldades. Graças a ela aprendemos também muito sobre a história, cultura e tradições das ilhas bem como vimos em primeira mão a maravilhosa beleza dos Açores.No geral, o RCC organizou a parte do cruzeiro respeitante a S.Miguel, enquanto que o ICC organizou a parte que terminou em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira. O único outro evento organizado teve lugar em Santa Maria, que já tinha sido visitada por Ed Wheeler no ano passado, na sua rota para casa, a partir de África, e foi onde ele recebeu uma maravilhosa recepção, daí ele ter insistido para que incluíssemos Santa Maria na nossa rota do rally. Ele estava absolutamente certo e de facto, para muitos participantes, o tempo passado em Sta Maria acabou por ser o ponto forte de todo o cruzeiro. Os eventos oficiais dos clubes deixaram bastante tempo para que se pudessem explorar outras ilhas do arquipélado, como por exemplo o Faial, cuja cidade da Horta se mostrou bastante popular, proporcionando a oportunidade aos novatos de deixarem as suas marcas nas paredes do porto e de experimentar as delícias do Peter's Bar, que tem mudado muito pouco ao longo dos anos. Escusado será dizer que ao longo do cruzeiro muitas festas se organizaram ao longo dos cruzeiros, proporcionando oportunidades para os clubes se misturarem e conhecerem melhor.Cinco dos barcos do ICC optaram por navegar directamente da Irlanda para os Açores e todos experimentaram episódios de mau tempo a determinada altura. Ventos fortes estavam na ordem do dia, mesmo quando se aproximaram das ilhas, onde era suposto apanharem um tempo mais gentil. (depois há aqui umas frases em que o escritor se foca nos precalços vividos por determinados barcos e nas burocracias com que tiveram que lidar ao chegar a Portugal)
Na altura em que o RCC deu inicio a abertura oficial to evento, no dia 17 de Julho, muitos dos elementos do ICC já estavam em Ponta Delgada há uns dias e já se tinham ambientado pelos restaurantes da zona, incluindo um em que o cliente cozinhava o seu próprio bife numa pedra quente, na própria mesa. Eles gostaram tanto que a Evie usou o seu pouco portugues para comunicar com o dono do restaurante que nãosabia nada de inglês, para reservar a maioria do espaço o restaurante para uma festa a seguir à cerimónia de inauguração do evento.Esta recepção foi grandmente suportada pela autoridade de gestão dos portos açoreanos e aconteceu num local virado para o mar, do lado de fora de um bar na marina, onde o vinho local correu abundantemente, havia imensos petiscos e fomos entretidos por um espectáculo de música e dança tradicional dos Açores.Nigel Wollen, comandante do RCC, deu-nos as boas vindas e depois, ele e muitos outros, juntaram-se a nós na dançaria.
Cerca de 6 entre nós, de ambos os clubes, aproveitámos uma boa e barulhenta refeição que inevitavelmente acabou com músicas maioritariamente irlandesas, o que provicou riso ao dono do restaurante.
No dia seguinte o RCC organizou-nos uma visita guiada de autocarro à espectacular zona ocidental de S.Miguel.. Visitámos a antiga capital da ilha, Vila Franca do Campo, e vimos o Ilhéu da Vila a partir da zona costeira. Visitámos o Vale das Furnas, com as suas ribeiras sulfurosas e com as suas fumarolas. Depois fomos deixados à nossa mercê para encontrar onde almoçar na vila das Furnas. Escusado será dizer que 'almoço' significa diferentes coisas para diferentes pessoas e por isso foi com alguma dificuldade que nos juntámos todos para uma visita ao Parque Terra Nostra, com o seu luxuriante jardim tropical and lago quente amarelo, onde algumas almas mais corajosas se mergulaharm, obviamente sem nenhum efeito maligno posterior. À noite o RCC organizou um serão de comida e vinho típicos açoreanos no muito rural restaurante White Horse, na vila de Santa Bárbara, na costa norte, o que involveu outra longa viagem de autocarro através de vilas com ruas que se mantêm as mesmas desde dos dias em que eram persorridas por cavalos, e por isso pouco adequadas a transportes modernos. Felizmente os nossos motoristas eram habilidosos o suficiente para evitar a maioria dos obstáculos e assegurar a nossa chegada em segurança. A refeição foi uma interessante experiência, sendo o conteúdo de muitos pratos um completo mistério, mas foi muito agradável e deu-nos outra oportunidade de conhecer e nos misturarmos com os outros membros do nosso clube-irmão. O regresso a Ponta Delgada foi relaxado e assim terminou a primeira fase do rally.
Durante o dia seguinte a frota navegou até Santa Maria, que é a ilha mais a sul e oeste das ilhas e que, até recentemente, era raramente visitada por cruzeiros. As boas-vindas que recebemos em Santa maria foram simplesmente espectaculares. A marina de Vila do Porto é nova e os habitantes da ilha foram muito prontos a mostrar-nos isso. Eles nunca tinham tido antes um rally de cruzeiro e por isso toda a comunidade se esforçou imenso por tornar a nossa visita memorável. Eles até nos proporcionaram ancoramento gratuito na marina. O administrador do porto, o sempre bem-disposto Armando Soares, não podia ter sido mais cooperador. Ele não só esvaziou todo o pontão central da manira para nós, como também reservou a cada barco um local de ancoramento com antecedência, para que todos nós soubéssemos exactamente onde ir. Para além disso ele tratou de toda a burocracia, para que fosse completada rapidamente nos barcos por um educado e divertido polícia. Quando todos os serviços de suporte estiverem a funcionar, esta marina, embora não muito grande, será uma das melhores nos Açores a nível de conforto e segurança.
No dia 21 Julho os eventos formais começaram no Clube Naval, ao pé da marina, com um absolutamente espantoso espectáculo de tambores do grupo Bei-ja-tum. O grupo era composto por certa de 24 jovens, a maioria jovens moças de longo cabelo e vestidas em trajes brancos, que tocaram por cerca de 45minutos e receberam um grande aplauso. Para muitos, este foi o ponto alto de todo o rally. Um excelente e prolongado almoço providenciado pelo Club Naval segui-se, com muito vinho local, após o qual trocámos presentes com a presidente da câmara, o presidente do Clube Naval, e o administrador do porto. Eu agradeci a todos a recepção maravilhosa que recebemos e Evie fez um pequeno discurso de agradecimento em português, o que foi grandemente aprecisado pelos locais, a maioria dos quais não falava inglês. Também tive a oportunidade de receber o troféu de Mervyn Wheatley, visto que ele não pôde atender a festa final, e fui também presenteado com um bolo de aniversário. Um grupo musical local cantou e tocou guitarras tradicionais, acompanhados por um desfile de trajes tradicionais açoreanos, usados para diferentes ocasiões. Isso foi-nos explicado em inglês pela Carla. No final fomos até encorajados a dançar com as 'modelos'.
As nossas cabeças ainda estavam um pouco frágeis quando nos juntámos na manhã seguinte para um passeio pela ilha, providenciado pela câmara municipal. Isto foi uma óptima oportunidade para ver os maravilhosos cenários da ilha que é bastante diferente de S.Miguel. Alguns de nós nadaram na quase deserta praia da baia da Praia, enquanto outros foram a S.Lourenço, onde cada pedaço de terra fértil foi separado em quadrados, rodeados por paredes de pedra, que formam vinhas. Depois fomos à baía dos Anjos, onde Colombo atracou na sua viagem de retorno da América, em 1493, e passámos pelo enorme aeroporto construído pelos Aliados durante a II guerra mundial, apesar de Portugal se ter mantido neutro. Estávamos de volta ao Clube Naval pela hora do almoço onde, por uma modesta quantia de €10, tivémos uma bela refeição. A presidente da câmara voltou novamente, para nossa surpresa, a presentear-nos a cada um com uma selecção de produtos da ilha e uma pequena lembrança que era uma miniatura das chaminés típicas da ilha. Este foi o último encontro formal antes das funções finais do cruzeiro, uma semana depois, quando gradualmente e relutantemente nos fomos separando de Santa Maria e das memórias da maravilhosa ecepção que tivémos desta amigável população.
A frota dispersou pelas outras ilhas conforme os desejos de cada um (a maioria parece ter ido parar à Horta), e juntou-se depois em Angra do heroísmo, a tempo da fase final a 29 de Julho. Novamente, o pessoal da marina foi muito útil, apesar de termos os lugares ocupados juntamente com a frota de um rally inter-ilhas. Infelizmente alguns dos ancoradouros, especialmente aqueles ocupados pelos barcos maiores ao pé da entrada, foram vítimas de considerável movimento de águas e eram decididamente desconfortáveis. Angra mostrou-se outro excelente sítio e muitos membros alugaram carros, taxis e minibuses para visitar as muito interessantes partes da ilha, desde cavernas a fortes antigos, passando por verdes pastos. A própria cidade de anga é um local de património mundial e tem muitos edifícios tradicionais, coloridos e bem conservados, em ruas estreitinhas. É difícil de acreditar que 3/4 dos seus edifícios foram destruídos por um terramoto tão recente como o de 1980.A 28 de Julho, eu e a Evie demos uma festa muito informal a bordo do Faustina II e Island Life, cujos donos, John e Ann Clementson e Cormac e Barbara McHenry, generosamente (e provavelmente imprudentemente) nos deixaram usar os seus barcos para serem usados para a festa. Nós convidámos as tripulações de todos os barcos do rally na marina e não fazemos ideia de quantas pessoas vieram. Basta dizer que o nível de barulho era alto. Ficámos encantádos por receber a Carla, o seu marido Frederico e o bébé David na festa. Dia 29 doi o último dia do rally e as celebrações começaram com uma recepção pela administração da marina. Houve muito vinho local e petiscos e a festa final começou no terraço na parte de fora do restaurante Aquaemotion, ao lado da marina, acompanhados por um grupo de música que tocou música tradicional terceirense. A Carla foi explicando o significado das canções. Ao jantar tivémos comida tradicional.
Os nossos convidados incluíam Carlos Adalberto Silva, o presidente dos portos dos Açores, e a sua esposa, e claro, Carla Cook que tanto contribuíu para o Rally e que nos explicou tanto sobre as ilhas. (depois disto só refere pessoas irlandesas e inglesas que estavam no cruzeiro).
Tradução: Irene Melo / Foto: Arquivo
Artigo original e fotos: Clube Naval S. Maria

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Algo que poderia constar da tal "folha de serviço"**


Uma vez que neste local se mantém o risco iminente de desprendimento e queda de pedras, algo que até tem acontecido frequentemente mas que por força da rápida intervenção de terceiros, tem escapado aos olhares mais atentos, não seria totalmente descabido equacionar um investimento no sentido de ser colocada, por exemplo, rede/malha de contenção ou seria?

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Houve projecto?

Se houve projecto porquê está o edifício de recepção da marina a ser implantado num local onde dificulta e quase impossibilita a manobra de retirar os barcos? Será que o projectista conhece a área? Será que veio alguma vez a Santa Maria? Será que lhe mandaram a planta do local à escala?
Mais uma águada...mais um "aborto" e a gente a pagar e a sofrer consequências.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Vamos ver se é desta.

Enquanto a novela "Transportes Maritímos na Região Autónoma dos Açores" conhece, a cada dia que passa, novos episódios (1, 2) em Santa Maria já tiveram início as obras que vão requalificar o Caís Ferry de Vila do Porto.

domingo, 27 de abril de 2008

Marina de Vila do Porto


Orçada em 9,2 milhões de euros e com prazo de execução de 17 meses, a primeira fase da Marina de Vila do Porto está concluída. Agora, resta aguardar pela 2ª Fase que vai ser lançada a concurso brevemente.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Ai não que não tiras.............

Depois da “tempestade”, veio a “Bonanza”, o dono do catamaran, foi finalmente obrigado pelas autoridades, no caso particular a PM, a retirar a embarcação do local onde permaneceu largas semanas. A partir de agora, os amantes do recreio náutico, voltam a ter condições de segurança para colocarem na água e posteriormente varar as suas embarcações.

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Marcha a ré.........





Por estes dias, os proprietários das embarcações de recreio não têm tido a vida facilitada no caís de Vila do Porto, isto porque a permanência deste katamaran junto à zona onde são colocados na água e posteriormente varados os barcos, inviabiliza que as manobras sejam efectuadas com a segurança desejada. Depois de confrontada com o descontentamento de alguns dos lesados e segundo estes, a muito custo, a entidade competente lá acabou por informar o proprietário do Katamaran que este teria que avançar com a sua embarcação, um ou dois metros para que fosse possível “suas excelências” irem pescar. Os mais cépticos ou coniventes com toda esta situação poderão rebater dizendo, “ah mas isso não é bem assim e tal e coiso” ou “quem te informou fê-lo mal” e eu, que até nem sou dado a passeios de barco, diria que ali, todos têm que gozar dos mesmos direitos, isto independentemente de se ser da marítimo turística ou não. Fotos: Mário Jorge Couto

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Continuo a aguardar (mas sentado) ........!!!

Pelo andar da carruagem, ainda não será no próximo verão que veremos os novos navios de passageiros a navegar nos mares dos Açores. Conforme podemos deduzir ao realizar uma rápida pesquisa na página oficial dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, os nossos “titanic´s” estão atrasados, ou seja, vamos ao que tudo indica, receber novamente o “Ilha Azul” e o “Express Santorini”. Estou curioso para ver é se, até lá, o Cais Ferrie de Vila do Porto vai ser alvo de rectificações que permitam a atracagem destes e dos novos barcos, ou este será um assunto que cairá novamente no esquecimento de quem governa? Foto: DR

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Recordar II



O Cais de Vila do Porto em 1932 (em cima), em baixo, uma imagem também ela antiga onde a azáfama, de outros tempos, é bem patente.................... Fotos: Cedidas pela Ana Paula e Emanuel Batista.

domingo, 10 de junho de 2007

Barco sem rumo II

Continua a rodar no arquipélago a novela “ATLANTICOLINE”, uma produção exclusiva do Governo Regional dos Açores e que escolheu a Ilha de Santa Maria como local privilegiado para a gravação de alguns capítulos. Na passada sexta feira, quem se deslocou ao porto comercial de Vila do Porto, assistiu à gravação de mais um episódio, no entanto, a história acabou por ser a mesma, só mudou o “protagonista” que passou a ser chamado de “Express Santorini” em vez de “Ilha Azul”. Para esta pobre produção regional ganhar novos contornos, só falta mesmo consumar o encerramento do “Docas Bar” no Cais Ferrie, uma zona que tem sido totalmente ignorada pela produção da novela e já agora pela abertura de umas barraquinhas de comes e bebes com esplanadas no porto comercial de Vila do Porto.

domingo, 13 de maio de 2007

Barco sem rumo ......................

A nota positiva sobre o transporte marítimo de passageiros é sem dúvida o cumprimento do horário estipulado para o início das viagens, coisa que salvo erro, acontece pela primeira vez ao longo dos últimos anos. Infelizmente, o que também já se torna habitual em Santa Maria é o "Docas Bar" ficar às moscas porque o Ilha Azul não encosta no Cais Ferry, facto este que penso já não ter nada a ver com a falta de altura de calado pois este problema foi solucionado no ano transacto ou será que não ? Bem, se o "pequeno" Ilha Azul não encosta no Cais Ferry, não é de prever que lá vejamos o "Express Santorini" dado que é um navio com maiores dimensões certo?

segunda-feira, 12 de março de 2007

Alterações à vista............(update)


Supostamente a construção da marina de Vila do Porto não deveria lesar ninguém mas pelo que me chegou aos ouvidos os pescadores não estavam satisfeitos com o(s) espaço(s) que lhes ia caber no final da obra, entao, segundo parece, vão surgir algumas alterações nomeadamente nas zonas assinaladas na foto bem como na capacidade para as embarcações de recreio (redução de 120 para 70 lugares). Agradeço desde já a quem possa eventualmente acrescentar aqui mais alguma informação sobre este assunto.