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terça-feira, 4 de abril de 2017

Quase um mandato depois................

No dia 2 de Março de 2015, através de uma carta enviada à administração da Unidade de Saúde de Santa Maria (USISM) e na qualidade de deputado municipal eleito pela CDU, solicitei  esclarecimentos relativamente à não instalação do Conselho Consultivo daquela unidade e, por consequência, da sua inatividade, contrariando o consagrado no Decreto Regulamentar Regional n.º 5/2011/A que regula a orgânica da USISM
Isto atendendo a que os dois representantes da Assembleia Municipal de Vila do Porto  tinham sido nomeados a 18 de Outubro de 2013 e a informação remetida um mês depois ou seja, a 18 de Novembro de 2013. Esta comunicação foi igualmente remetida à Secretaria Regional da Saúde.
Pormenorizar todo o processo que se seguiu durante todo este tempo seria, obviamente, maçador e não traria nada de novo à opinião que muitos de nós temos sobre matérias relativas à nossa saúde (e não só) por isso mesmo, adiante.......
Volvidos três anos e alguns meses, depois de concluídas várias reuniões que serviram essencialmente para elaboração/alteração da proposta de um Regulamento Interno, o Conselho Consultivo da Unidade de Saúde da Ilha de Santa Maria viu finalmente o documento ser aprovado pelo Secretaria Regional da Saúde tendo o mesmo, sido homologado no passado dia 23 de Fevereiro. 
Contrariamente ao que se possa pensar, o funcionamento deste órgão é importante e deve ser salvaguardado daqui em diante principalmente pelos conselheiros indicados pela Assembleia Municipal pois são estes o elo de ligação com a população e é para ela que devemos estar SEMPRE disponíveis. 

terça-feira, 26 de julho de 2016

Constatações e reparos III

Quantos lugares disponíveis ao certo, não sei. Não me dei ao trabalho de contar no entanto, posso garantir que são em número suficiente para receber as viaturas de alguns funcionários que (dia após dia) em horário de expediente, tratam de ocupar os lugares mais próximos da entrada principal do Centro de Saúde. Aos que tem consciência e até respeitam as sugestões superiores, só temos de estar gratos não é verdade? (26.07|13h45)

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Saúde e Turismo: Os nossos calcanhares de aquiles.




Falar sobre estes dois assuntos ou tomar, diariamente, conta de uma realidade que passa completamente ao lado da que me querem impingir, deprime, revolta e deixa-me cada vez com mais repugna por uma classe política (e não só) que prima por um comportamento de oportunismo, bajulação e interesse próprio.
Vem este meu desabafo inicial a propósito de uma manhã "perdida" a assistir a uma reunião do Conselho de Ilha de Santa Maria. Fui o único cidadão presente mas não estou desapontado por isso. Pior mesmo só a ausência de alguns conselheiros que assim deixam bem patente quais as suas prioridades. Ou melhor, deveres e obrigações senão.............. "outros pra dentro" que afinal tudo isso não passa de um jogo. O da cruzinha de quatro em quatro anos. Mas adiante que se faz tarde. 
Sobre a Saúde, exceto os episódios que acontecem esporadicamente mas que ao invés de serem denunciados utilizando os meios à disposição, são discutidos no café, redes sociais ou na casa do vizinho, "apenas" fiquei a saber que a administração da Unidade de Saúde de Ilha, em resposta à comunicação/preocupação do Conselho de Ilha, entende que 50% dos médicos é o número suficiente para fazer face às necessidades. Ora, eu não posso falar por ninguém nem mesmo por experiencia própria MAS se fosse médico e tivesse apenas um colega para assegurar a urgência (24h) e consulta externa, provavelmente, ao fim de alguns dias estaria a bater mal da pinha e a chamar Manuel à Maria ou Joaquina ao José. Isto se não fosse um sobredotado é claro. 
Quanto às deslocações - de médicos especialistas e utentes - injusto seria dizer que estamos pior. Atualmente deslocam-se a Santa Maria médicos na área de Pneumologia, Urologia, Oftalmologia, Nefrologia, Dermatologia e Ginecologia. É bom mas não o suficiente e quem afirmar o contrário está a tentar tapar o sol com a peneira e a mentir com quantos dentes tem na boca.
Pediatria? Otorrinolaringologia? Gastroenterologia? Cirurgia Vascular? Estas, não obstante a importância de outras, são especialidades que desde há muito tem (infelizmente) muitos utentes na nossa ilha. Existem pessoas que necessitam não só de uma consulta ou exame esporádico mas de acompanhamento e monotorização. E de quem é a culpa? Não. Não é deste ou daquele profissional de saúde. É sim de um Sistema Regional de Saúde (SRS) que veste calças curtas à demasiado tempo. No meu entender, a reestruturação deste é primordial para que TODOS nós tenhamos acesso condigno aos serviços de saúde. 
No que toca ao Turismo, em particular à promoção do destino Santa Maria as coisas não estão para sorrisos de orelha a orelha como nos querem fazer crer. 
Eu estava consciente que a taxa de ocupação dos nossos hotéis era inferior a 50% mas estava longe de pensar, por exemplo, que o Hotel Colombo registou, em Março e Abril, taxas de ocupação entre os 22% e 30% (menos do que o registado no período homólogo de 2015). Estava igualmente longe de imaginar que os dois hotéis juntos tem um prejuízo anual que ultrapassa os 150 mil euros ou que as reservas efetuadas até ao momento nas Marítimo Turísticas estão muito abaixo dos números registados o ano passado. Com isto não se julgue que não existem coisas positivas. Há. No entanto estão  também elas longe de serem as suficientes para colocar Santa Maria em linha ascendente no que ao fluxo turístico diz respeito. Ou pensavam os mais ingénuos que a implementação do programa "Meus Amores, Meus Açores" e/ou a formação do GRUPO SATA seriam suficientes para inverter este cenário?
Meus senhores, mais do que utilizar a verborreia costumeira que só serve para tentar fazer crer que são uns experts em matéria de promoção turística, é preciso passar da teoria à prática. 
Por exemplo, se realmente houvesse a vontade de promover as ilhas mais pequenas e menos desenvolvidas onde Santa Maria se insere, o valor de uma passagem aérea LIS-SMA-LIS NUNCA mas NUNCA poderia ser superior a uma LIS-PDL-LIS
Se realmente houvesse a intenção de potenciar o turismo em Santa Maria, a inclusão da nossa ilha na oferta de alguns operadores seria uma realidade e isto também não acontece.
Portanto, falem menos e trabalhem (efetivamente) MAIS !! 

terça-feira, 30 de junho de 2015

Ainda a propósito da 3ª Sessão da Assembleia Municipal de Vila do Porto.

Notícia Asas do Atlântico 30/06/2015

Ainda no rescaldo da 3ª Sessão Ordinária da Assembleia Municipal, em particular ao tema Piscina dos Anjos (Pála) e Orgão Consultivo da Unidade de Saúde de Ilha cabe-me dizer o seguinte:
Sobre a primeira e pese embora não seja detentor de nenhum canudo de Engenheiro ou arquitecto, só um cego não vê que a mesma NÃO ESTÁ como sempre esteve. Mas se não faz nada ali (e até comungo desta opinião) porque não é removida? Sugeri uma alteração na Assembleia mas é claro que isso não interessa ou então a malta estava distraída..........!
No que toca ao segundo tema, os dois deputados municipais indicados (sublinhe-se DESDE o dia 18 de NOVEMBRO DE 2013) foram e continuam a ser José Branco (PSD) e Marco Coelho (CDU). Aqui, se alguém não fez o que lhe competia, não foi a Assembleia Municipal. Curioso seria ouvir a Unidade de Saúde de Ilha sobre a demora em colocar o Orgão Consultivo em funcionamento e o porquê de só cerca de 1 ano e meio acordarem para o assunto. Mas é claro que isso não interessa ou a malta está distraída.................!!

Bem e fico-me por aqui!! Vou até aos Anjos beber um café e gozar não da sombra da pála mas do sol que, por aqueles lados, só não derrete o que devia........  

segunda-feira, 9 de março de 2015

Centro de Saúde de Vila do Porto: Concurso encerrado por falta de candidatos !!

Atendendo aos números do desemprego também nesta área, é no mínimo estranho que esta oportunidade de trabalho não tenha sido aproveitada !!!

Ler AQUI o Aviso 65/2014/A (Abertura do concurso)

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Saúde: O nosso calcanhar de Aquiles.

Eu nunca me imiscuí de dar voz à revolta que, em ocasiões muito particulares, achei estar fundamentada por certas e determinadas atitudes que considero intoleráveis no Sistema Regional de Saúde. Também tive os meus dissabores por causa disso é verdade mas deste momento guardo o nome de cada uma das pessoas envolvidas. A maior parte delas tem, por razões óbvias, a minha gratidão e altíssima consideração pela disponibilidade que me concederam. As outras.... Bem, as outras prefiro não dizer até porque correria o risco de voltar a ter outro dissabor mais não fosse pela utilização de vocabulário impróprio. 
Mas isso ocorre não só nesta ou naquela ilha. Não é só neste ou naquele centro de saúde. Não. Há coisas que nem lembra ao diabo e não já não sou só eu que as digo. Ainda há poucos dias, fiquei estarrecido com o testemunho de uma senhora da graciosa (video) que relata na primeira pessoa, a forma como foi tratada.
Além de triste, é constrangedor para o utente constatar que, por exemplo, algumas das alterações introduzidas no SRS não tem, de facto, sido benéficas para ninguém e se tem, então abrangem apenas uma ínfima percentagem da população dos Açores. 

Mas há coisas que felizmente não mudam como sejam a frontalidade com que se abordam certos assuntos ou a amizade, compreensão e amabilidade com que se trata os utentes. 
Podia encontrar muitas outras palavras para adjectivar a importância que tem a Dra Isabel Mota para a nossa pequena comunidade mas penso que ao difundir a recente entrevista que deu ao +Oriental, digo tudo! Aliás, não digo. Falta um OBRIGADO por permanecer na ilha e continuar a ser a "bóia de salvamento" para muitos de nós.   

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Isto é muito bonito mas tem muito que se lhe diga !!!

A começar pelo aumento brutal a que estão sujeitos os utentes aos quais estejam, efectivamente, a ser prescritos fármacos mais baratos. Mas a questão monetária, atendendo ao diagnostico de cada doente, pode e deverá ser colocada imediatamente de parte quando no entender de um médico especialista, o medicamento X ou Y (caro ou barato não interessa), seja o correcto para ser administrado ao paciente. 
Realmente há decisões que não se compreendem ................................. ??!!

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Das tristezas somadas da vida

 
O que vou partilhar convosco é uma tristeza que, todavia sendo pessoal, tem motivos públicos, daí perder tempo neste registo, supondo que faça eco, com ou sem consequência, que já pouco me importa.

Primeiro dois contextos:

Contexto 1:

Segunda-feira (dia 14 de julho) fui ao Centro de Saúde com a minha filha de 13 meses para uma consulta. Estava marcada para as 10.00 da manhã. Cheguei às 09.30 para dar tempo de não fazer ninguém esperar por mim. Fui, como costume, muito bem atendido pelas enfermeiras. Às 12.08 minutos, depois de já não saber o que fazer com a impaciência da bebe e com o peso da espera a fazer-me exasperar, sem qualquer explicação sobre o atraso, abandonei o Centro de Saúde desistindo da consulta. Nesse mesmo dia fiz uma queixa ao Provedor da Saúde Açores e nesse mesmo dia obtive a confirmação de que o assunto seria conduzido às instâncias responsáveis.

Contexto 2:

Segunda-feira (dia 14 de julho) fui ao Centro de Saúde mais a malta da OVO CRIATIVO para fazer trabalho voluntário na remodelação da Sala de Saúde Infanto-Juvenil, no mesmo módulo onde horas antes perdera a paciência. Trabalhei nesse dia 2 horas, as mesmas que estive à espera de uma consulta para a minha bebe.
 
Ora o interessante disto tudo foi hoje (dia 16 de julho) ter sido confrontado com uma situação que me fez amargurar a criança dentro de mim, uma situação que, de certa maneira muito infeliz, entrecruza os dois contextos referidos: explico da forma mais literal possível, reproduzindo o evento no discurso directo:
 
Vindo do nada, aparece um médico, que me interprela, com ar aborrecido:
- Foi o senhor que fez queixa da Drª. Rosário?
Ao que respondi, surpreendido pela pergunta intimidatória:
- Não, não fiz queixa da Drª. Rosário, fiz queixa do sistema.
O médico vira-me as costas, dirige-se para o gabinete onde estava a Drª. Rosário e diz, alto e em bom tom:
- Ó Drª. Rosário, está aqui o senhor que fez queixa de si.

Não se passou mais nada, entretanto. Estava demasiado ocupado a cumprir a minha sétima hora de voluntariado, juntamente com quatro jovens. Devo dizer que ficaram perplexos com a atitude do médico que apareceu do nada com ar muito tenso. Não acredito que seja esta a atitude correcta de um profissional com brio na sua bata e responsabilidade no seu cargo. Não faço voluntariado para obter favores nem reconhecimento, faço-o para me juntar com jovens de quem gosto muito e com vontade de aprender coisas novas, dando provas de cidadania activa. Estava bom tempo para a praia, foi de lá que os jovens vieram, com a roupa ainda a pingar do mar. Mas preferiram estar ali, no Centro de Saúde, a pintar, a remodelar... e a ouvir o disparate de um médico que não soube avaliar com quem estava a falar. Eu, cidadão com direito a reclamar quando sou mal servido por um serviço público, sem dívidas às finanças ou à segurança final (só devo ao BANIF) e com o voluntariado em dia.

Era isto, desculpem a maçada. Mas se serviu para alguma coisa, lembrem-se de nunca ter medo de reclamar, nem de se resignarem perante os abusos de quem julga que tem poder, só porque nos pode prescrever Brufen.
 

Daniel Gonçalves.

segunda-feira, 10 de março de 2014

Uma questão de matemática ou algo mais?



O meu cepticismo relativamente aos assuntos relacionados com o bem comum dos marienses, não é tirado da cartola como se de um número de magia de se tratasse. Não. Ele tem fundamento e não é ao acaso como se pode constatar.

Mas vamos aos factos:

- No final de Fevereiro confirma-se que a um dos médicos que está em Santa Maria não  renovado o contrato (passamos de 3 para 2). Diz-se que nem um abaixo-assinado subscrito por algumas dezenas de pessoas foi suficiente para reverter a decisão; 
- No dia 28, como se pode ler, sua excelência, o digníssimo Sr. Secretário Regional da Saúde afirma que existem DOIS médicos interessados em vir para Vila do Porto e que o concurso seria aberto na semana seguinte (Fantástico pensei. 4 médicos no CSVP);
- O concurso foi efectivamente aberto mas APENAS para um médico.

Afinal Sr. Secretário?
O que sucedeu ao dois interessados?
Algum desistiu da ideia de vir para Santa Maria?
Se não houve desinteresse e as necessidades permanecem, porque não foi aberto o concurso para DOIS médicos?

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Onde pára o electricista?

Quer mesmo tentar saber se este poste de iluminação apresenta perigo? Não há informação de trabalhos de manutenção nem área delimitada. Para bom entendedor, alguns fios à solta bastam. Ponto positivo, não vá o diabo tecê-las, a urgência fica a 20 metros.

PS: Não se põe em causa a competência nem o trabalho do electricista, mas sim a organização e a gestão do Centro de Saúde em matérias de Higiene e Segurança no trabalho, por exemplo.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Conselho de Ilha de Santa Maria emite parecer sobre a Reestruturação do Serviço Regional de Saúde

O Conselho de Ilha de Santa Maria na sua reunião extraordinária do dia 10 Julho de 2013, decidiu, por unanimidade, emitir o seu parecer sobre a “Reestruturação do Serviço Regional de Saúde". O documento, que abaixo transcrevemos, será enviado ao Secretário Regional da Saúde, Luís Cabral conforme sua solicitação:


Parecer emitido pelo conselho de ilha de Santa Maria:

Numa análise global ao documento registamos, na sua elaborada conceção, a identificação de problemas e necessidades, e consideramos ser importante a reestruturação deste serviço, para uma melhor gestão de recursos humanos e financeiros, tendo sempre como propósito, como é apresentado, "...um sistema de saúde cujo principal objetivo é a promoção da saúde, tendo como principal objeto de atenção, o utente." e "...sem nunca esquecer a realidade geográfica e populacional do arquipélago.”

Numa análise pormenorizada ao documento, tendo em conta a especificidade da Ilha de Santa Maria, registamos as seguintes considerações:

- A real aplicação da telemedicina deverá avançar mas nunca poderá ser substituta do presencial, sendo que a primeira consulta, a nível de especialidades, deverá ser sempre presencial proporcionando um ambiente de proximidade e a empatia necessária entre o doente e o médico. A telemedicina também poderá e deverá funcionar como triagem, contribuindo para a redução das listas de espera. deverá ser potenciadora de poupança de meios e da melhoria doconhecimento técnico.

- Há um claro contrassenso no documento, nestes três vetores de orientação, a utilização da telemedicina, a deslocação de especialistas à Ilha de Santa Maria e de doentes para fora da ilha.

- A forma e modelo apresentados a aplicar nas deslocações de doentes, inter-ilhas, estabelecendo regras e critérios bem definidos nos sistemas de transportes com consequente acompanhamento clinico, poderão libertar e facilitar os recursos humanos da Unidade de Saúdede ilha para um melhor acompanhamento ao doente.

- O modelo proposto em - Call-center da Saúde ; Atendimento de teor clínico - está direccionado para os grandes meios, prejudicando a autonomia dos meios de saúde e de socorro nas ilhas pequenas, como Santa Maria A dependência dos meios, obstinada a uma decisão exterior mais demorada e menos assertiva da realidade local, poderá originar uma perca de eficiência e eficácia numa atuação que se quer célere.

Não concordamos com a aplicação do sistema "point-ot-care' nas análises clínicas na Unidade de Saúde de llha, no período entre as 16 e as 08 horas, porque este sistema além de levantar algumas dúvidas aos técnicos, é aplicado normalmente em serviços de saúde onde existem outros meios alternativos a que se poderá recorrer em caso de falha ou dúvida. Este sistema irá sobrestimar e desvalorizar os profissionais existentes nestas unidades de saúde, técnicos competentes e com capacidade de poderem atuar presencialmenle e serem uma mais-valia para o doente e profissionais de saúde.

- Há uma necessidade urgente no aumento da capacidade para os cuidados continuados na ilha. nomeadamente nas instituições externas que prestam este serviço.

- Dado ao elevado número de praticantes de atividades subaquáticas na ilha de Santa Maria defendemos a instalação de uma câmara hiperbárica na Unidade de Saúde de Ilha com
consequente formação de pessoal clínico, conforme já tinha sido previsto pelo anterior executivo.
Este equipamento poderá também prestar outros cuidados a nível de saúde que não exclusivamente relacionados com o mergulho.

- Consideramos elevado o rácio proposto para o número de utentes por médico de família,situação que poderá por em causa a existência do quarto médico de família na Ilha de Santa Maria.


Vila do Porto. 16 de Julho 2013.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Centro de Saúde Ampliado em 2011.


Santa Maria vai dispor, no próximo ano, de um Centro de Saúde ampliado, um investimento do Governo Regional dos Açores que vai garantir à população da ilha melhores condições para acederem aos cuidados de saúde, asseguraram, na passada Sexta-Feira, os deputados do PS/Açores.

Trata-se de um investimento global de cerca de meio milhão de euros, 300 mil dos quais já previstos no Plano do Governo Regional para este ano, anunciou a deputada socialista Bárbara Chaves, durante uma visita de parlamentares do PS/Açores ao Centro de Saúde, no âmbito de um programa que incluiu, ainda, reuniões com a Associação de Pescadores e com o Clube Naval de Santa Maria.
“Estamos em condições de anunciar que os marienses vão ver, no final do ano, as obras serem iniciadas, para quais já existe uma verba cabimentada no Plano de Investimentos do Governo Regional”, disse a parlamentar do PS/Açores.
Na presença do deputado regional Ricardo Cabral, que se deslocou à ilha em visita oficial, Bárbara Chaves adiantou, também, que este investimento vai incluir a ampliação da valência de fisioterapia, de laboratórios e gabinetes médicos para as várias especialidades do Centro de Saúde da ilha de Santa Maria.
Com esta obra, “os marienses vão ver respondidas as preocupações que, actualmente, têm em relação ao Centro de Saúde”, no que diz respeito às instalações, afirmou a deputada socialista eleita pelo círculo de Santa Maria.
Sobre a eventual instalação de um Centro de Cuidados Continuados, Bárbara Chaves garantiu que o Governo Regional dos Açores já está ao corrente desta necessidade, a qual, pela parte dos deputados do PS/Açores, não será esquecida.
Durante sexta-feira, os deputados do PS/Açores reuniram, ainda, com a Associação de Pescadores de Santa Maria, uma oportunidade que o parlamentar Duarte Moreira aproveitou para realçar as “excelentes condições” que o sector das Pescas possui na ilha.
“São condições ímpares para a Pesca, que é uma actividade económica importante para a ilha”, salientou Duarte Moreira, que relembrou que os deputados do PS/Açores têm vindo a trabalhar, desde há um ano, para que o porto de pescas satisfaça as pretensões dos profissionais da ilha.
Apontou o exemplo do Pórtico de Varagem de embarcações, que se localiza na marina de Vila do Porto, que vai sofrer melhoramentos para responder às necessidades das embarcações de recreio, mas, essencialmente, dos próprios pescadores.
“Apraz registar que o Governo Regional também solucionou esta questão que era pretensão dos pescadores”, atendendo às novas embarcações de pesca que operam na ilha de Santa Maria, disse o deputado socialista, para quem esta evolução demonstra a confiança que os profissionais apresentam no futuro do sector.
Sobre o almoço de trabalho com a direcção do Clube Naval de Santa Maria, Duarte Moreira adiantou que o Governo Regional já manifestou disponibilidade, através dos programas de incentivos, para apoiar a construção da nova sede desta instituição mariense.
“Compete, agora, à direcção candidatar o projecto aos diversos programas de apoio, que, segundo nos informaram, poderão dispor de cerca de 200 mil euros para a reestruturação da sede”, concluiu Duarte Moreira.
Texto/Foto: Rádio Atlântida

domingo, 5 de julho de 2009

Um problema de fácil resolução.

Depois de ter estado em funcionamento nos concelhos do Nordeste, Povoação e Ponta Delgada, a unidade móvel de rastreio do cancro da mama, equipamento que custou ao Governo Regional dos Açores cerca de 300 mil euros e que visa garantir o rastreio nas ilhas onde os hospitais e centros de saúde não possuam mamógrafo, está, desde há alguns dias a esta parte na Ilha de Santa Maria.
O ROCMA (Rastreio Organizado do Cancro da Mama nos Açores) é um programa de realização de mamografia a todas as mulheres com idade entre os 45 e 74 anos cujo objectivo passa por reduzir a taxa de mortalidade ao detectar precocemente a doença.
No âmbito da detecção e prevenção de doenças, é inquestionável que a implementação e execução do ROCMA, bem como a aquisição do mamógrafo móvel, foram uma aposta ganha e de extrema importância para os Açores mas será que a viatura que o transporta reúne as condições necessárias para receber mulheres obesas e com problemas de mobilidade (Cadeira de Rodas)? Penso que não e como tal devem ser equacionadas alterações no sentido de possibilitar que TODAS as mulheres tenham, efectivamente, oportunidade de realizar o rastreio do cancro da mama.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

A ser novidade, só o é para alguns.........

Duarte Pacheco, médico e representante da Ordem nos Açores faz um diagnóstico profundo sobre o serviço regional de saúde e o balanço dos últimos quatro anos do sector. é uma entrevista que aborda de forma séria uma matéria que está no topo das preocupações dos cidadãos.
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O Estatuto Regional de Saúde tem cerca de nove anos. Que balanço faz?Duarte Pacheco (presidente da Delegação da Ordem dos Médicos nos Açores) - Grande parte do que foi proposto ainda não está aplicado e, entretanto, foram feitas alterações em nossa opinião, bastante profundas com a transformação dos hospitais em EPS que não foram perfeitamente colmatadas em termos do rearranjo da saúde na Região.

Reorganização descuidada

Pode explicar?

A Unidade de Saúde de Ilha era a base da filosofia do novo Serviço Regional de Saúde proposto pelo Governo Regional há nove anos e aprovado pela Assembleia Legislativa Regional há nove anos. O facto é que a Unidade de Saúde de Ilha, neste momento, só está a funcionar em São Jorge e no Pico. Em São Jorge existe há apenas dois anos.
As Unidades de Saúde de Ilha, nas ilhas onde existe apenas um centro de saúde, aparentemente não oferece grande dúvida porque não há o problema de ter que reagrupar os restantes centros de saúde. No entanto, há algumas propostas para a criação de uma Unidade de Saúde de Ilha (mesmo sendo numa ilha só com um centro de saúde) que estão no estatuto e que não são alicerce das duas Unidades de Ilha criadas.
Ficaram, até agora, de fora outras ilhas também importantes em termos de organização de saúde que são São Miguel, Terceira e Faial. São ilhas com mais população, com mais médicos, com mais instituições de saúde. Cada uma destas ilhas tem o seu hospital e, naturalmente, poderiam surgir algumas dificuldades na criação da Unidade de Saúde de Ilha. O que não há dúvidas é que é nestas ilhas será mais importante avançar com o processo de Unidade de Saúde de Ilha tendo em conta que as alterações propostas no Estatuto Regional de Saúde foram consideradas essenciais.

A filosofia de Unidade de Saúde de Ilha é exequível na ilha de São Miguel?

Nunca estivemos contra o princípio da criação da Unidade de Saúde de Ilha, no que respeita especialmente aos cuidados primários de saúde. A existência de uma gestão conjunta, em alguns aspectos, dos diversos centros de saúde existentes numa ilha é um princípio correcto que faz falta.
Não se compreende que não seja assim.
É conhecido que a Ordem dos Médicos tomou algumas posições críticas pondo em causa alguns dos parâmetros do Estatuto Regional de Saúde. Discordamos sempre da forma em que era proposta a reorganização do Serviço Regional de Saúde. Esta reorganização não foi tão cuidada. Deveria ter sido feita com mais atenção e de uma forma mais equilibrada.
Um dos pontos que a Ordem dos Médicos quer sempre discutir, procurando que haja um entendimento definitivo, é sobre o papel dos hospitais no sistema regional de saúde na ilha e na Região. Ou seja, a filosofia da Unidade de Saúde de Ilha é agrupar o hospital com os centros de saúde de cada ilha. O hospital, nesta situação, iria adquirir uma dimensão de ilha que se poderia sobrepor (especialmente o hospital de Ponta Delgada que tem uma abrangência maior) à dimensão regional que se pretendia e que é necessária para os hospitais. Esta dualidade de funções não foi, em nosso entender, devidamente reflectida, discutida e acautelada.

O Estatuto Regional de Saúde falhou neste domínio?

Tenho de olhar as realidades.
O Estatuto foi aprovado em Junho de 1999. E, como lhe disse, neste momento, só existem duas Unidades de Saúde de Ilha a funcionar. Só existem três autoridades de saúde de ilha, a mais recente das quais tem dias em São Miguel. Fora isso, mais nada ou pouco mais foi feito. O que é que terei de concluir? É que o Estatuto não está aplicado na sua plenitude.

O Governo deve refazer algumas normas do Estatuto Regional de Saúde?

O Estatuto foi aprovado na Assembleia Legislativa Regional e passou a ser lei. Os cidadãos, as instituições e as entidades devem cumprir a lei. Perante um Estatuto com o qual não concordava na sua plenitude, o que é que a Ordem dos Médicos poderia fazer? Não ia continuar a lutar contra um Estatuto que passou a ser lei. A proposta da Ordem foi pegar no Estatuto aprovado, continuar a discuti-lo e criar rearranjos e equilíbrios naquelas situações que consideramos que não são as melhores soluções para um regular e normal funcionamento da saúde e do Serviço Regional de Saúde. Do debate iriam surgir, de certo, os arranjos e as alterações necessárias para que o Estatuto Regional de Saúde pudesse ser mais eficaz.

É altura de o Governo fazer um rearranjo ao Serviço Regional de Saúde?

Está sempre na altura de o Governo fazer um rearranjo para o Estatuto Regional de Saúde ser mais eficaz. A Ordem defende sempre que está na altura de considerar a saúde, na Região, como um sector estratégico de primordial importância. É um sector a que o Governo tem de dar muita atenção, fazendo incidir nele grande parte dos esforços que a Região possa desenvolver, do ponto de vista político, financeiro, económico e de recursos humanos.

Precisa mais atenção A saúde não está a ser prioridade?

Todos nós percebemos (pelo menos eu, percebo isso perfeitamente) que a saúde não está a ser a prioridade do Governo dos Açores. Nos últimos tempos tem-se falado em contratos, em convenções na saúde, mas tem sido de há poucos meses para cá. Se formos rever as alterações e inovações que foram feitas, o crescimento que possa estar a surgir na saúde, percebemos que este sector não tem estado na opinião pública, não tem estado como uma situação prioritária naquilo que possa ser o interesse dos órgãos governativos. Há cerca de um ano falou-se na saúde para tudo voltar a cair no esquecimento. Agora, volta-se a falar nos contratos e incentivos que se criaram para os colegas de medicina geral e familiar. Isso comprova bem ser este um sector que está a necessitar de muita atenção (oh se tá....).A experiência do médico de família falhou?
Esta é a nossa opinião. Não é o problema do médico de família. É o problema da organização do Serviço Regional de Saúde que falhou a toda a prova. O estatuto aprovado pelo anterior governo (o primeiro de Carlos César) manteve o princípio que é correcto de que um serviço de saúde público assenta essencialmente nos cuidados primários de saúde. Assenta, portanto, nos médicos de família e nos centros de saúde. Eles seriam a porta de entrada no sistema. As populações seriam seguidas, em termos de cuidado de saúde, prevenção da doença, de promoção da saúde, pelos seus médicos de família. Os hospitais estariam destinados às situações agudas, para as complicações, para a cirurgias e para as diversas especialidades hospitalares que fossem necessárias. (pois..... o pior foi e ainda é pôr em prática este(s) princípio(s)....)

Onde é que o Serviço Regional de Saúde falhou?

Falhou o alicerce do Serviço Regional de Saúde, que são os cuidados primários de saúde, os centros de saúde, os médicos de família, as equipas de saúde de cuidados primários constituídas pelos médicos de saúde, pelas enfermeiras e até por um administrativo (que funcionam em equipa e funcionam bem). Estas equipas não se fizeram sentir por serem num número muito reduzido. Ou seja, 40% da população nos Açores não tem acesso a um médico de família. Isso é o mesmo que dizer que 40% do alicerce do Serviço de Saúde nunca existiu e não existe. Isso vem trazer disfunções a toda a orgânica do Serviço Regional de Saúde.
Por esta via o Serviço Regional de Saúde adoeceu.
Ele nem sequer completou a sua tarefa. Não conseguiu a cobertura ideal em cuidados primários de saúde. Não conseguiu o número de médicos de medicina geral e familiar minimamente suficiente. Não conseguiu o mínimo necessário de equipas de saúde.

Porque é que isso aconteceu?

Em alguns aspectos, posso pensar que isso aconteceu de uma forma incompreensível. A única explicação que poderá existir.
Fonte: correiodosacores de 25.08.2008

quinta-feira, 27 de março de 2008

Vamos ver se é desta !!!

O Governo Regional dos Açores, abriu 62 vagas para médicos de medicina geral e familiar em nove Centros de Saúde, entre eles o de Vila do Porto (2 vagas) e duas Unidades de Saúde de Ilha nos Açores. Para fazer face à carência de médicos e incentivar a vinda destes profissionais de saúde, foi criado um novo sistema que prevê a atribuição de um complemento de vencimento de 800 euros mensais que se prolonga por cinco anos, a concessão de ajudas ao pagamento de renda de casa e ao transporte aéreo.Ora, tendo em conta que pouco ou nada se alterou desde a última vez que me pronunciei (artigo de opinião publicado no Expresso das Nove e Açoriano Oriental em finais de 2007) sobre o quão caricato é o funcionamento do Centro de Saúde de Vila do Porto em algumas áreas, nomeadamente o atendimento médico personalizado, vou aguardar ansiosamente para ver se é desta que teremos novos médicos no nosso Centro de Saúde.

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Olé.........

“Todos os hospitais e serviços centrais de saúde serão obrigados a ter um controlo electrónico de assiduidade até ao fim do ano. Mais, este controlo vai ser feito através das impressões digitais e estender-se-á depois a todos os centros de saúde.
«O controlo biométrico de presenças vai substituir o livro de ponto ou outro controlo manual e será implantado entre 1 de Novembro e 31 de Dezembro em todos os hospitais», anunciou ontem no Parlamento o ministro da Saúde, António Correia de Campos.
A medida já há muito havia sido anunciada pelo ministro, mas, perante a contestação dos médicos, ainda não tinha sido implementada………………. A partir de agora vão estar sujeitos a controlo todos os médicos, enfermeiros e funcionários dos 82 hospitais portugueses, assim como os empregados dos serviços administrativos.“ In: Diário Económico.


No meu entender, esta medida apenas peca por tardia. Por razões óbvias, a assiduidade dos nossos médicos (uns mais do que outros é verdade) carece urgentemente de ser controlada, no entanto e atendendo ao "historial" de alguns, impõe-se forçosamente que o controlo informático seja efectuado APENAS pela Direcção Regional de Saúde................!!!!

terça-feira, 27 de fevereiro de 2007

Tempo de Antena Escasso!!!


Tive oportunidade de ver o programa Estação de Serviço na RTP-A (ausente) que como no caso de ontem se torna demasiadamente curto para levantar e discutir muitas questões sobre os assuntos escolhidos, o que leva o próprio jornalista a finalizar o tempo de antena às corridas sem permitir por vezes que os convidados acabem as suas intervenções. Á questão ontem colocada – “Existem falta de Médicos de Família nos Açores?”, muitos foram os contribuintes que tentaram fazer-se ouvir mas curiosamente e até nestes programas, os telefonemas que foram para o ar vieram da Terceira e São Miguel. Caso o meu telefonema tivesse ido para o ar, teria primeiramente parabenizado uma Auxiliar Médica que ainda está no activo no Hospital de Angra e que defendeu com unhas e dentes a sua posição de utente e das muitas coisas acertadas que disse recordo-me desta dizer que a quando de uma viagem a Espanha, um médico lhe disse que “Portugal só vai ter bons médicos quando os que lá estão deixarem de ser doutores”. A Dra Helena Gouveia (convidada a responder/comentar as opiniões dos telespectadores) disse que “é preciso ter cuidado com a opinião que se traz para o público”, que “o médico trabalha em equipa com os administrativos e enfermeiros” e mais um certo número de afirmações que me pareceram nada mais do que servirem para “defender a sua dama”.
Volto a dizer, caso o meu telefonema tivesse ido para o ar, teria lhe dito o seguinte:

-Os utentes em Santa Maria são confrontados constantemente com alterações às datas das suas consultas e muitas vezes já depois de se encontrarem no CS e terem pago táxi para estarem a tempo e horas na unidade de saúde, e depois chegam a esperar quase um ano por uma consulta.-Há utentes que já mudaram de médico de família vezes sem conta e pelos vistos preparam-se novamente para tal porque quem vem de novo farta-se rapidamente e vai embora (porque será?).-Quando os médicos deveriam estar na urgência ou no mínimo deslocarem-se ao CS quando fossem contactados para tal, estão é em casa e transmitem aos enfermeiros o que fazer com o paciente.-Médicos que para além de não terem que cumprir um horário laboral fixo, passam mais tempo ausentes do Centro de Saúde (depois é vê-los a passear de carro, nos desfiles de carnaval ou a dar consultas pagas nos seus consultórios) e não há quem lhes chame à razão (nem o responsável pela entidade de saúde local nem pela própria Secretária Regional).
O que aconselha as pessoas de Santa Maria a fazer? Teria eu lhe perguntado. Vou finalizar citando outra telespectadora de ontem....................... “Estamos é na República das Bananas”

segunda-feira, 16 de outubro de 2006

Será que é desta ?


Mais palavras para quê ? É rezar para que a vaga seja preenchida e assim acabar com o calvário dos utentes que "andam à deriva" e dos médicos que trabalham por si e pelos outros. Facto curioso é o facto de apenas ter sido aberto concurso para duas das quatro entidades hospitalares que a Directora Regional afirmou pertencerem às zonas mais problemáticas............ (aumentem a foto para lerem melhor o aviso)