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terça-feira, 5 de maio de 2015

Reabilitação do Cinema do Aeroporto: Exige-se celeridade daqui em diante.


1º Video (Jornal O Baluarte) / 2º Video (Ana Loura)

Finalmente, de uma forma clara, objectiva e numa pequena cerimónia aberta também ao público em geral (portanto só não compareceu quem não pôde, não quis ou não se interessou), foi dado a conhecer o estudo prévio do projeto de reabilitação do Cinema do Aeroporto. 
Desde que foi aprovada a proposta para o efeito (22 de Março de 2013) passou demasiado tempo até este momento.
Compreendo que para a classe política, a gestão dos timmings para este tipo de divulgação sejam como pão para a boca no entanto, enquanto mariense e defensor da necessidade de Santa Maria ter um espaço polivalente (não só para cinema), não posso aceitar que se ande a passo de caracol. "Roma e pavia não se fizeram num dia" é verdade mas nem oito nem oitenta.
Senão vejamos:
- Passaram sensivelmente dois anos desde que foi apresentada a proposta;
- No entretanto foram realizados os estudos intermédios e levantamentos que se exigiam;
- O Estudo prévio do projeto é, finalmente, apresentado a 4 de Maio de 2015;
- O Governo Regional dos Açores prevê que o projecto esteja concluído no primeiro semestre deste ano, portanto até Junho de 2015;
- O Governo Regional dos Açores prevê ainda que a obra comece nesta legislatura que, recordo, só termina em Setembro de 2016.

Pergunta que se impõe: Em que ano, estará o Cinema do Aeroporto ao dispor da Ilha de Santa Maria e dos Açores?

PS: Gostei MUITO do projeto só não percebo o porquê de não ter sido aproveitado o espaço lateral do edifício (jardim) para estacionamento. Isto ao invés de demolir as duas habitações que atualmente existem na traseira do edifício e que até nem são de chapa.

quarta-feira, 18 de março de 2015

A propósito do Plano Estratégico de Desenvolvimento da Praia da Vitória V: Associação LPAZ em cima do acontecimento.....


Requalificação da Velha Torre: Antes o problema chamava-se ANA SA. E agora?


De uma forma geral, já me começam a faltar adjectivos para descrever algumas tomadas de posição e comportamentos relativos aquilo que deveria ser a defesa intransigente do Aeroporto de Santa Maria. Lamento por exemplo que não se note uma união pública declarada por parte, quer das entidades da ilha como seja a Câmara do Comércio quer dos nossos legítimos representantes. É triste e mais triste será para quem, por total desconhecimento de causa, vai levando com uma chuva de comunicados que mais não servem para sacudir a água do capote e alimentar uma quezília politica que em nada beneficia a Ilha de Santa Maria.
Por estes dias são as questões em torno das escalas técnicas que dominam a ordem do dia mas outras, como a que trago aqui, não podem passar impunes aos olhos de quem realmente se interessa e sofre pelo contínuo abandono e desinvestimento que é alvo o Aeroporto Internacional de Santa Maria.
Pelas mais variadas razões e sempre com a legitimidade que me (nos) assiste, "bateu-se" durante anos e anos na empresa gestora do Aeroporto e quando esta, numa das raras tomadas de posição que foi de encontro a uma velha pretensão dos marienses, surge o Governo Regional dos Açores como ovelha negra a adiar o início de um processo que há muito é reivindicado. A requalificação da Velha Torre de Controlo.
Mas para que possam ficar minimamente esclarecidos, vou voltar um pouco atrás. A ANA SA, enquanto empresa gestora da infraestrutura nunca teve interesse na requalificação da Velha Torre. Como tal, no limiar da privatização, a empresa orçamentou uma verba (100 mil euros) para a demolição da mesma no entanto, surgiu o interesse do GRA através da Direcção Regional da Cultura com um projecto que me parece ser bastante arrojado e que beneficia a nossa história aeronáutica. Mas adiante. A verba orçamentada pela ANA SA para a torre continuou a sê-lo mas foi disponibilizada à DRC para o projeto que atrás referi. Constava do Orçamento Regional para 2015 mas agora, face à rectificação que vai ser alvo o documento, a rubrica continuará aberta mas com menos 99 mil euros. E esta hein? Era manda-los comer aquilo que muitos tem na cabeça e não sabem.......!!

terça-feira, 3 de março de 2015

A propósito do Plano Estratégico de Desenvolvimento da Praia da Vitória IV: Assembleia Municipal aprova por unanimidade voto de protesto.



A Assembleia Municipal de Vila do Porto aprovou por unanimidade um voto de protesto pela "alteração de posição do Governo Regional dos Açores em relação ás escalas técnicas de aeronaves no arquipélago.
O voto apresentado pela bancada do PSD considera que o Plano de Revitalização da Ilha Terceira altera aquilo que sempre foi afirmado pelas autoridades regionais em relação a Santa Maria, de ser uma ilha de referência para as escalas técnicas.

Os deputados municipais do PSD, PS e CDU propõem mesmo a eliminação de alguns eixos constantes no PREIT.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

A propósito do Plano Estratégico de Desenvolvimento da Praia da Vitória II: Depois da casa roubada de nada valem as trancas na porta.


Já tinha passado os olhos pelo famigerado plano que, não é mais do que uma estratégia do Governo Regional dos Açores para dar a mão aos nossos conterrâneos da Praia da Vitória face ao anúncio da retirada dos americanos da Base das Lajes.
Que o GRA queira e tenha intenção de minimizar os efeitos desta retirada tudo bem. Agora quando algumas das medidas implicam, no meu ponto de vista, utilizar a outra mão para retirar o pouco que já temos, ai já não posso concordar. Nem com isso nem com a passividade que, de uma forma geral (há exceções), patenteia as nossas entidades, associações e representantes na Assembleia Legislativa dos Açores. O tempo urge e Santa Maria tem OBRIGATORIAMENTE que falar a uma só voz.
Do documento, para que possam perceber o porquê da minha indignação, transcrevi alguns pontos que falam por si.

                Medidas a executar diretamente pelo Governo da República            
  
EIXO 4 - ALTERAÇÃO DO ESTATUTO DA BASE DAS LAJES E REFORÇO DAS CONDIÇÕES DE ATRATIBILIDADE PARA A AVIAÇÃO CIVIL E INVESTIMENTO PRIVADO

Objetivo: Alterar o estatuto militar da Base das Lajes, áreas militares e de servidão, para potenciar a capacidade de atração da infraestrutura para Base de aviação civil ou outros investimentos privados
  
Programas e medidas:
 - Desafetar o uso militar das instalações, infraestruturas e terrenos para utilização civil e reorganização espacial dos mesmos;
- Reforçar os efetivos militares na Base Aérea n.º 4 e instalar Força Naval no Porto utilizado pelos norte-americanos, tendo em vista instalar na Ilha Terceira o Centro de Apoio a todas as operações destinadas a efetivar e garantir os direitos de Portugal sobre a Plataforma Continental Portuguesa, após o processo de extensão da mesma;
- Plano de redução dos constrangimentos operacionais e flexibilização para a utilização do Aeroporto das Lajes para atividades civis, com impacto positivo na economia da ilha.
- Financiamento da expansão da placa de estacionamento de aeronaves da Aerogare Civil das Lajes;
- Financiamento do Terminal de Carga Aérea do Aeroporto das Lajes;
- Revogar o Despacho Nº59/2013, de 20 de dezembro, do Chefe do Estado Maior da Força Aérea e todos os impedimentos militares à utilização da Aerogare Civil das Lajes.

                   Medidas a adotar pelo Governo dos Açores                      

EIXO 5 - PROGRAMA DE REDUÇÃO E ISENÇÃO DE TAXAS E CUSTOS DE LICENCIAMENTO PARA INVESTIMENTOS E ATIVIDADES ECONÓMICAS NA ILHA TERCEIRA

Redução em 50% das Taxas Aeroportuárias da Aerogare Civil da Lajes previstas na Portaria n.º 82/2006 de 9 de Novembro, nos próximos 6 anos.

taxas de tráfego
taxas de assistência em escala
taxas de ocupação

EIXO 8 – COMPETITIVIDADE LOGÍSTICA

- Criar um Pacote de Incentivos de Atração de Escalas Técnicas, garantindo as condições necessárias para a competitividade da Base das Lajes para as escalas técnicas internacionais, cujos incentivos devem ter associada uma maior intensidade nos primeiros anos.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

A propósito do Plano Estratégico de Desenvolvimento da Praia da Vitória: A SOLIDARIEDADE AÇORIANA



Nestes dias conturbados em que muito se fala da ilha Terceira e do duro golpe na sua economia que a redução do contingente norte americano da Base das Lajes representa, dei por mim a remexer na memória e a analisar o tipo de solidariedade açoriana que temos. Ou seja, que tipo de solidariedade existia quando Santa Maria passou por experiências iguais ou muito parecidas. 

Quando os americanos iniciaram a construção do aeroporto, utilizou muita da mão-de-obra que estava ligada à nossa agricultura de subsistência. Com empregos bem pagos, cedo os marienses se habituaram a um estilo de vida com melhores recursos e mais dignidade. Porém, quando a construção acabou, e os americanos se foram embora, aconteceu uma “tragédia” na ilha. As terras tinham sido abandonadas e o regresso às origens era impensável. Num tempo em que a palavra “solidariedade” ainda não tinha sido averbada nos dicionários, só restava à população a emigração para os Estados Unidos. A ilha levou uma enorme machadada na sua população.
Novo ciclo se iniciou. O aeroporto civil internacional permitiu criar muitos empregos, na sua maioria ocupados por pessoal mais especializado (?) que veio do continente. E assim a qualidade de vida se foi mantendo. Santa Maria continuava a ser uma “little américa”. O sonho de muita gente era viver na zona residencial do aeroporto, tal a diferença na qualidade de vida entre essa zona e a restante ilha.
Mas chegou a era dos aviões a jato. O porta-aviões do Atlântico perdeu a sua importância. A população tornou a recorrer à emigração, porque a SOLIDARIEDADE não veio em seu auxílio.
Mais recentemente, quando o governo regional redefiniu a política aérea, retirando a Santa Maria a condição de “placa giratória dos Açores”, que foi repartida entre S. Miguel e Terceira, como se de despojos de guerra se tratasse, também não se falou de solidariedade. Criou-se uma “alternativa” (?) para enganar papalvos. Uma zona franca - que era fraca - e industrial – mas que não tinha indústria – e que serviu para criar alguns “tachos” e como instrumento para fugas ao fisco por parte das empresas que estavam, só fiscalmente, ali sediadas. 
Essa política aérea, embora compreensível sob diversos pontos de vista, tornou a originar o abandono da ilha por grande parte da população. Os últimos dados demográficos indicam que a população de Santa Maria seja, hoje em dia, pouco superior a um terço da dos seus tempos áureos.

CONCLUINDO.
Fico muito satisfeito quando se fala de SOLIDARIEDADE AÇORIANA para resolver o grave problema de desemprego que vai acontecer na Terceira. E agrada-me imenso que o governo esteja empenhado em resolver o assunto. Mas não posso concordar que, sob a capa da solidariedade, se venha retirar ao aeroporto de Santa Maria e a entregar à Terceira uma das poucas valências que lhe restou: AS ESCALAS TÉCNICAS.

Para relembrar:
Texto: Rosélio Reis (Empresário Mariense)
Foto: LPAZ/SMA

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

O filme deste Natal: E (quase) tudo o vento levou !!

 
 
Não levou tudo mas pelo andar da carruagem falta pouco !! 

A construção do Centro de Processamento de Resíduos da Ilha de Santa Maria está parada há largos meses. Isto porque a empresa que tinha a obra à sua responsabilidade deixou de reunir condições para continuar com os trabalhos e agora está a ser um verdadeiro Bico de Obra conseguir outra que, com a verba restante, dê por concluído o investimento.
Sobre este assunto em particular, além do estado em que vai ficando a infraestrutura devido ao mau tempo, pouco ou nada se sabe. O silêncio é ensurdecedor. Conveniente? Não sei.
Certo é que, se de uma boa quezília partidária se tratasse, as notas de impressa e comunicados até faziam faísca. 
Votos de Festas Felizes a todos sem excepção.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Constatações e reparos III

Num destes dias, face ao desabafo de uma amiga nas redes sociais e que dizia o seguinte:

"E fazer a árvore genealógica dos empregos em Santa Maria? Havia de ser engraçado ver como filho de peixe sabe nadar......" 

Vi-me na obrigação não só de concordar como deixar um pequeno complemento ao comentário:

"É a árvore genealógica e o espectro político....."

Continuação de boa tarde !!

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Alguém tinha que pagar a factura !!

E neste caso, segundo pretende o Governo Regional dos Açores, serão os clubes e  as associações desportivas da Ilha de Santa Maria a arcar com as consequências de ter sido viabilizada uma obra que não passou de uma promessa eleitoral na maior freguesia da Ilha de Santa Maria.
Um investimento avultado que, recordo, foi apresentado em Março e que desde o início se achou ser exagerado para as necessidades quer da freguesia quer da própria Ilha, que conta já com 3 pavilhões cobertos. 
Não que as gentes de Santo Espírito não mereçam. Pelo contrário, há que criar condições para a prática da actividade física nas freguesias mas à medida de cada uma delas. Não foi isso que foi feito e agora há que rentabilizar a infraestrutura a TODO O CUSTO. 

E qual foi a opção?
Demover os clubes e as associações a utilizarem o pavilhão coberto de Santo Espírito. Fantástico. Rentabiliza-se o espaço e transmite-se a ideia de que a infraestrutura era por demais necessária. 

Prós e Contras

- A freguesia ganha maior movimento e entretenimento principalmente ao fim de semana com a realização dos jogos; 
- A freguesia passa a dispor de uma espaço coberto onde além das actividades desportivas podem ser realizadas outras de âmbito cultural; 
- Os atletas da freguesia passam a ter que viajar menos kilometros para praticar desporto;


- A infraestrutura não está minimamente preparada para receber actividade de treino e competição regular (balneários, marcações, bancadas etc) 
- Os custos são insuportáveis para os clubes/associações que correm o risco de equacionar medidas extremas por forma a não perder o equilíbrio financeiro;
-  Os poucos encarregados de educação, conscientes das dificuldades dos clubes e que diariamente vão levar e buscar os filhos ao pavilhão, certamente deixarão de o fazer porque ir a Vila do Porto duas vezes não é a mesma coisa do que ir a Santo Espírito;
- A redução da utilização dos pavilhões em Vila do Porto implicará uma redução nos contratos-programa relativos às horas utilizadas pelos clubes ou seja, Escola Básica e Secundária de Santa Maria, Câmara Municipal de Vila do Porto (Complexo Desportivo) e Clube Ana de Santa Maria correm o sério risco de verem estas verbas reduzidas;
- O piso escolhido não é, nem de perto nem de longe, o ideal atendendo às condições climatéricas que normalmente de fazem sentir em Santo Espírito e no que à prevenção de lesões diz respeito.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Não passou à primeira.......Há-de passar à segunda !!


"O veto político ao decreto legislativo regional 33/2010 foi confirmado à Lusa por fonte oficial do gabinete do Representante da República. O diploma será agora devolvido à Assembleia Legislativa Regional que, caso o confirme, obrigará José António Mesquita a assinar o documento. O PS tem maioria absoluta na Assembleia Legislativa Regional pelo que poderá aprovar de novo a proposta de Orçamento, que prevê compensações para os funcionários da administração pública regional que aufiram entre 1.500 e 2.000 euros. Este diploma açoriano contraria a decisão do Governo da República que decretou cortes salariais para funcionários públicos que recebam acima de 1.500 euros, no quadro do pacote de austeridade já aprovado pelo Parlamento."

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Governo Regional investe cerca de três milhões de euros.


O Governo Regional dos Açores anunciou a abertura do concurso público internacional para o transporte público colectivo de passageiros em Santa Maria, que pode prolongar-se por nove anos, num investimento de cerca de três milhões de euros. As propostas para este concurso, publicado no Jornal Oficial de União Europeia e no Diário da República, podem ser apresentadas até 29 de Dezembro, estando a sua abertura marcada para o dia seguinte.
O contrato será celebrado por um período de seis anos, que pode ser prorrogado por mais três, recebendo a empresa a quem for adjudicado o serviço uma verba anual de 320 mil euros. O adjudicatário será obrigado a adquirir cinco autocarros novos para assegurar um sistema de transporte colectivo de passageiros baseado em seis carreiras, divididos em três períodos distintos ao longo do ano, relativos a dias úteis em período escolar, dias úteis em período não escolar e horário de Verão.
Desta forma, segundo a Secretaria Regional da Ciência, Tecnologia e Equipamentos, pretende-se que o sistema de transporte colectivo de passageiros responda ao maior afluxo de utentes no período escolar, ajustando-se em carreiras e horários nas épocas em que o afluxo é menor.
O sistema proposto inclui ainda duas carreiras no período de Verão, nos trajectos Cais de Vila do Porto/Hotéis e Vila do Porto/Praia Formosa, para servir quem chega à ilha de barco e se pretenda deslocar para o centro da vila ou dali para a zona balnear de Santa Maria. A carreira urbana Aeroporto/Cais vai percorrer as principais zonas urbanas de Vila do Porto, com intervalos
de uma hora.
Texto: Correio dos Açores