terça-feira, 30 de setembro de 2008
E daqui a 4 anos? Já sei... Novas medidas certo?
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Recordar é viver.





Estas são algumas fotos que retratam o movimento no Aeroporto Internacional de Santa Maria nos finais da década de 40 e no decorrer dos anos 50, quando muitos americanos ainda permaneciam em solo mariense.
Aproveito para agradecer à Sra. Isabel Biscaia, o envio das fotografias.
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Ainda as meloas e já agora também helicópteros

Fotos retiradas da net (a das meloas retidada do Blog Inferno da Diabba)
Ele há dias em que vale a pena sair de casa. É que nas conversas de café ficamos a saber coisas deveras interessantes e esta é uma delas: há dias veio a Santa Maria um Helicóptero e quando partiu levava dentro não um doente evacuado, não uma meloa mas algumas, dizem que mais ou menos, oito caixas de meloas. Vá lá, estas não apodreceram na lixeira e em Santa Maria não havia ninguém em risco de morte eminente. E como hoje não é Primeiro de Abril, dia de petas, tenho de confiar naquilo que me disse a pessoa que me disse o que ouviu dizer a uma que já tinha ouvido dizer o que outra lhe teria dito que também já tinha ouvido dizer...
Ana Loura
Ana Loura
domingo, 21 de setembro de 2008
Inqualificável.
Nestes casos e de forma a evitar que de interpretações dúbias, resultem futuramente danos a terceiros, seria conveniente se não mesmo, obrigatório, que se enveredasse por posturas mais sérias, honestas e coerentes.
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Faz hoje 50 anos..........
"O desastre marítimo do Arnel, a 19 de Setembro de 1958, ainda está bem vivo na memória de muitos. Poucas horas depois de ter iniciado mais uma das muitas viagens que realizava entre Santa Maria e São Miguel, e pelas 02h00 da madrugada, acabou por encalhar no Baixio dos Anjos, originando o desembarque, por balsas, dos seus passageiros e tripulação. Eduarda e Carlos Dutra, de sete e quatro anos respectivament,e vinham despedir-se da avó materna a São Miguel, mas nunca chegaram a fazê-lo. Eduarda foi salva por uma corda que a prendia à cintura e ao barco. Carlos foi uma das 14 vítimas mortais do naufrágio de uma destas balsas. Hoje mesmo, passados 50 anos, Eduarda recorda, na primeira pessoa, a mágoa que é perder alguém em circunstâncias tão inesperadas. Lembro-me de me arrastar pelo lado do barco acima. Era todo preto e a noite ainda mais o era. Pouco ou nada se conseguia distinguir, mas eu vi a lancha virar, refere." Foto: Direitos Reservados
Este texto é parte de uma reportagem levada a cabo pelo jornal Correio dos Açores junto de um dos sobreviventes do naufrágio do Arnel.
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
A ver vamos......
O campo de golfe de Santa Maria - segundo se pode ler na memória descritiva do projecto - ocupa um planalto com um suave declive, permeado por profundas ravinas. Estas, por sua vez, dão lugar, a Sul, a precipícios de 150 metros de altura sobre o Oceano Atlântico.
O planalto é predominantemente marcado por pastagens para o cultivo de erva e pastoreio e é cruzado por uma extensa malha de muros de pedra seca.
"A avaliação dos terrenos de Santa Maria - lê-se no mesmo documento -qualifica-os como um local que supera todas as condições necessárias para a construção de um campo de golfe". "Os elementos chave do local são as suas excepcionais e dramáticas relações com os precipícios e penhascos do Oceano Atlântico."
"O cenário é de uma excitação intensa - prosseguem - feita à medida para experiências de golfe marcantes e as apelativas imagens do campo servirão para atrair clientes internacionais."
O interior do terreno é marcado por suaves declives, por uma ravina rugosa na extremidade sudoeste e excelentes vistas para a montanha, a Norte. Um aspecto de grande interesse é a extensa rede de muros de pedra seca que empresta uma ímpar atmosfera da Escócia - a terra original do golfe.
O campo de golfe, com 18 buracos, vai dispor de um pequeno edifício com serviço de refeições, instalações sanitárias, terraço para relaxamento e repouso e abrigo. A Academia de Treino ficará localizada de modo adjacente ao Club House para maximizar a sua acessibilidade por parte de todos os visitantes. Aquela estrutura ficará delimitada por muros de pedra seca. Serão disponibilizadas várias valências, de entre as quais áreas de treino principal, de jogo curto e de jogo de bunker. O parque de estacionamento terá capacidade para 60 viaturas.
"A proposta paisagística para o campo de golfe assentará inteiramente na flora de Santa Maria, recorrendo-se a arbustos e a um mínimo de plantação de árvores na vizinhança do Club House para abrigar dos ventos e esconder as áreas de estacionamento. Toda a paisagem do campo de golfe, com árvores, arbustos e flores, será executada a partir do conselho de peritos locais conhecedores das plantas nativas", lê-se também na memória descritiva.
Club House inserido no meio ambiente
O edifício destinado ao Club House fica localizado à entrada do campo de golfe. O imóvel terá uma área de construção de aproximadamente 1.300 m2 e desenvolve-se basicamente num piso térreo, remetendo-se para uma cave, de menor área, algumas dependências. "Dada a dimensão e funcionalidade próprias da edificação - informa a memória descritiva - propõe-se para caracterização arquitectónica uma linguagem de assumida contemporaneidade e singeleza, evitando a recorrência, neste caso injustificada e desajustada, a elementos da pitoresca arquitectura tradicional local. Optou-se antes por critérios ambientalistas, procurando nas formas simples, nos materiais locais, nas transparências e nos arranjos da envolvente, agarrar a paisagem e o local. O edifício surge com uma forma de paralelepípedo de cobertura plana verde, adossado a um enorme muro de pedra seca no lado da entrada e do estacionamento e aberto por fachada de vidro para o lado que abre sobre o campo e sobre a vista dominante". O edifício compreende, no rés-do-chão ou piso principal, um hall de entrada; recepção integrada em área administrativa composta por três gabinetes, sendo um deles sala de reunião; zona social composta por área de refeições, bar e "lounge" com lareira; instalações sanitárias de apoio à zona social e zona de serviço de apoio à área de refeições e bar, composta por cozinha e copa de bar.
Fonte: Expresso das Nove / Foto: Direitos Reservados
domingo, 14 de setembro de 2008
Coisas do "arco-da-velha"
Trago hoje ao vosso conhecimento e para vossa reflexão uma situação que se não fosse um claro exemplo de má gestão e de desperdício de tempo e dinheiro (público) seria caso para o acrescentar ao anedotário sobre os transportes marítimos de passageiros da era Duarte Ponte/Carlos César. Pois bem! Leiam, procurem outras fontes e confirmem o que passo a descrever e construam o vosso próprio juízo.
O “Express Santorini” alterou a sua viagem a Santa Maria para transportar 12 carros antigos e cerca de 40 pessoas. Esta viagem coincidiu com a estada do navio que abastece de combustível a ilha de Santa Maria (demora mais de 30 horas).
Nada de extraordinário não fosse a operacionalidade do porto de Santa Maria que, como sabemos, depois de ter sofrido obras para a acostagem dos “ferries” depressa se verificou que afinal não servia para o efeito.Assim, o navio de combustível atraca de manhã para, antes de concluir a descarga, sair à tarde e dar lugar ao “Express Santorini” que depois de desembarcar os passageiros e os “carrinhos de colecção” se mantém atracado até os intervenientes no passeio de carros antigos estarem prontos para zarpar rumo a Ponta Delgada, então sim o navio de combustível poderá novamente regressar ao porto de Santa Maria e completar a descarga de combustível. Uma operação comercial que normalmente dura cerca de 36 horas desta vez vai levar 50 horas. Como é que é possível? Pergunta o leitor e… pergunto eu!Só mesmo os tiques de novo riquismo que se enquistaram na governação autárquica e regional (PSD e PS) justificam tamanha “brincadeira”. Fonte: Momentos a 13.09.2008
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Chegou a sua vez.
Como é do conhecimento público, este jardim, localizado numa zona previligiada e de passagem quase obrigatória por nós residentes e forasteiros, já há muito que necessitava de uma intervenção, principalmete no que diz respeito aos espaços verdes. Os quais se espera, venham a ser coloridos uma variedade de flores e plantas.
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Desleixo ou gozo
Mais uma vez ficou demonstrado que Santa Maria não tem de facto entidades que pensem nos marienses e se preocupem com o bem-estar dos seus habitantes.
O serviço de transportes aéreos e marítimos é ainda neste momento um serviço público, ou seja, terá que ter em conta vários factores na elaboração dos seus horários, isto é, ter em conta os maiores fluxos de tráfego. Claro que é aceitável que nenhuma empresa está vocacionada para dar prejuízo, mas prejudicar sucessivamente os menos favorecidos é gravoso.
Argumentar que as entidades é que sugeriram isto ou aquilo é um bom argumento, mas a própria empresa não pensa um pouco nos seus possíveis passageiros?!
Em Santa Maria, a Câmara Municipal de Vila do Porto estava a organizar um passeio de idosos à ilha Terceira em duas quartas-feiras sucessivas. Ficou cancelado pois em sete dias a empresa decidiu cancelar algumas ligações entre as ilhas, onde se destaca no caso de Santa Maria às quartas-feiras, com o argumento de que deixou de ser viável esta viagem em Setembro. Obviamente fica no ar a pergunta: é viável viajar com 40 ou 50 passageiros às quartas-feiras, em Junho e Julho?
Não é muito vistosa uma viagem em pleno mês de Junho, à quinta-feira, para transportar 50 passageiros oriundos dum grupo de motards continental, pelo facto de o elemento organizador ser um membro do governo?!
Argumentar que o adiamento da viagem SMA-PDL do dia 13 de Setembro das 9h da manhã para as 18h já está planeado há alguns meses não é de facto grande forma de desculpar um serviço público, seja de agência de viagens com passagens marcadas ou outras questões logísticas. Até os próprios folhetos de horários distribuídos pela população são enganadores.
Os marienses sentem-se frustrados, pois durante todo o Verão o horário é penalizador para estes habitantes da ilha mais oriental do arquipélago, sentindo-se prejudicados, pois: o navio chega a SMA às 00.15h de sábado saindo para PDL às 09h, regressando às 15h de domingo para SMA e saindo para PDL às 18h. Ou seja, de forma simples, o micaelense pernoita de sexta para sábado e de sábado para domingo e só sai para PDL às 18h; o mariense chega a PDL às 12.30h de sábado e regressa às 15h de domingo. Em horas, o micaelense usufrui de 42 horas (2 dias e 2 noites) e o mariense de 28 horas, (1 tarde e 1 manha).
Exemplos como chegar a Santa Maria às 00.15h e uma hora depois para PDL, como já aconteceu, é cansativo mas muito viável e até os próprios tripulantes teriam maior descanso em PDL durante o sábado; ou por exemplo no regresso sair de PDL domingo às 18h ou à 19h, podem ser hipóteses a ter em conta.
É perceptível que o mercado micaelense é muito superior e terá de ser beneficiado, mas em mais de 50 ligações em 4 meses não beneficiar uma única vez os passageiros marienses é de facto frustrante para quem vive numa ilha com 5500 pessoas. É sentir-se pequeno e sem protecção.Reveja-se a forma de elaborar os horários dos ferries nos Açores, pois é um serviço público pago por todos nós, e era uma forma de administrar empresas públicas.
Fonte: Açoriano Oriental de 09-09-2008
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Meloal inesperado.
"Um amigo que é de S. Miguel e vive no Porto mandou-me um e-mail a dizer que "quase" tinha comido meloas de Santa Maria pois tinha ido a uma superfície comercial do Porto e viu lá um cartaz na zona dos frescos a anunciar Meloa de Santa Maria. Eu já lhe tinha falado várias vezes nas nossas meloas, por isso foi depressa procurar os caixotes onde estariam as meloas com o selo que as certificam e, quando chegou, encontrou-lhes o sítio, pois as meloas já tinham sido todas compradas. Ficou decepcionado e perguntou à funcionária se iriam ter mais, ela disse que sim, que o meu amigo voltasse no dia seguinte e ele assim fez, mas voltou a chegar tarde pois mais uma vez das meloas só os caixotes e de novo vazios. Coitado do meu amigo, ficou com águas na boca e sem comer das nossas excelentes meloas e elas cá a serem deitadas na lixeira por viatura dos Serviços ou a irem para o cais apanhar sol horas antes dos embarques e a chegarem ao continente a maioria podre. Bela gestão dos subsídios para o cultivo das meloas, não se baixa os preços quando há excedentes e são largadas numa lixeira a céu aberto conforme é ilustrado na foto pois o acaso quis que naquele preciso momento alguém testemunhasse o ocorrido. Andam a fugir de quem? Tiveram azar pois queriam passar despercebidos e foram apanhados com a boca na botija. Mais uma vez a mentira teve perna curta e não houve peneira que bastasse para taparem o sol, ou seja, as meloas E o meu amigo a ter que esperar que nova remessa chegue em boas condições de frescura se entretanto houver o cuidado de as levarem para o cais com a antecedência apenas necessária para o embarque ou quem sabe se justifique a construção de um entreposto para o armazenamento temporário de perecíveis na zona de embarque do nosso cais? Pois o sítio das meloas é onde possam ser compradas e não numa lixeira qualquer." Fonte: Lua dos Açores sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Quem espera.......Desespera.

O Grupo Desportivo de São Pedro, no seu plano e orçamento elaborado em 2007, faz referência para a necessidade do Polidesportivo da Escola J/I da freguesia, ser alvo de uma intervenção, nomeadamente na rectificação das linhas e de um muro que dá sinais de estar a ceder bem como a iluminação. Esta última, determinante para que possa haver actividade desportiva para além do horário laboral.
Em meados de Junho deste ano e uma vez que, aparentemente, não foi dada a devida atenção a este assunto, o GDSP, através de uma comunicação por escrito, fez questão de relembrar a autarquia das actuais condições do recinto e que o mesmo não reune as condições necessárias para a prática do futsal.
Até ao momento, a única resposta que o GDSP recebeu da Câmara Municipal de Vila do Porto, foi a promessa de que o problema iria ser resolvido, no entanto, passado todo este tempo, o recinto continua a ser utilizado mas apenas para umas brincadeiras de fim-de-semana e durante o dia................. !!
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Consideração e Respeito quanto baste !!!
À reportagem da RTP-Açores e apesar de contactada para o efeito, a edilidade mariense não se mostrou disponivel para prestar qualquer esclarecimento sobre esta matéria........
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